Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 12 de abril de 2017. Atualizado às 08h00.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

Bolsa de Tóquio cai, ainda influenciada por riscos geopolíticos e iene forte

A Bolsa de Tóquio fechou em baixa nesta quarta-feira (12), ampliando perdas do pregão anterior, em meio a preocupações geopolíticas, que mantiveram o iene forte em relação ao dólar.

O Nikkei teve queda de 1,04% na capital japonesa, a 18.552,61 pontos, após recuar 0,27% nos negócios de ontem.

Temores geopolíticos ligados à Coreia do Norte e à Síria vêm prejudicando a demanda por ativos considerados mais arriscados - como ações - em Tóquio e em outras partes da Ásia.

Ontem, a Coreia do Norte afirmou que está atenta aos movimentos de "inimigos" e sugeriu que poderia lançar um ataque nuclear contra alvos dos EUA, que desde o fim de semana está deslocando um porta-aviões em direção à Península Coreana.

No Twitter, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ontem que a Coreia do Norte "está procurando encrenca" e reiterou que Washington irá agir unilateralmente contra o regime de Pyongyang se a China, tradicional aliada dos norte-coreanos, não ajudar a "solucionar o problema".

Os EUA também bombardearam recentemente uma base aérea militar na Síria, em retaliação a um ataque químico supostamente lançado pelo governo sírio contra seus próprios cidadãos.

Durante a madrugada, o iene chegou a atingir máxima em cinco meses frente ao dólar, pressionando ações de exportadoras negociadas em Tóquio, caso das montadoras Toyota (-1,9%), Honda (-1,6%) e Nissan (-1,1%).
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia