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Porto Alegre, segunda-feira, 10 de abril de 2017. Atualizado às 18h04.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 10/04 às 18h10min

Após três altas seguidas, dólar tem correção e cai 0,33%

Em um dia sem grandes notícias, o dólar teve uma leve correção em baixa nesta segunda-feira, 10, após três sessões consecutivas de ganho, nas quais subiu 1,64%. No início do pregão, riscos geopolíticos chegaram a elevar a cotação, mas essas preocupações foram se dissipando ao longo do dia e o nível de R$ 3,15 no mercado à vista acabou atraindo exportadores.
O dólar à vista no balcão terminou com queda de 0,33%, a R$ 3,1366, após oscilar entre a mínima de R$ 3,1302 (-0,53%) e a máxima de R$ 3,1500 (+0,09%). O giro registrado na clearing de câmbio da B3 foi de US$ 1,295 bilhão. No mercado futuro, o dólar para maio recuava 0,38% por volta das 17h15, a R$ 3,1505. O volume financeiro somava US$ 11,821 bilhões. No exterior, o dólar subia ante a maior parte das moedas emergentes e de países exportadores de commodities, com destaque para os ganhos frente ao rand sul-africano (+1,44%), a rupia indiana (+0,60%) e o peso mexicano (+0,13%).
No sábado, militantes do Estado Islâmico atacaram uma base militar da coalizão liderada pelos Estados Unidos no sul da Síria. Enquanto isso, ontem o Pentágono informou que um porta-aviões da Marinha norte-americana e seu grupo de ataque estão navegando no Oceano Pacífico Ocidental em direção à Península Coreana. Os recentes testes de mísseis balísticos da Coreia do Norte e a busca contínua do país por um programa nuclear aumentaram as tensões na região.
Internamente, o Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informou nesta tarde que a balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 1,596 bilhão na primeira semana de abril (dias 1 a 9). Pela média diária de exportações, de US$ 937,7 milhões, houve crescimento de 22% nas vendas ao exterior em relação a abril de 2016.
Para o operador da Treviso Corretora Reginaldo Galhardo, na máxima do dia, a R$ 3,15, a cotação acabou atraindo exportadores Mesmo assim, ele alerta que os investidores estão de olho na reunião do Copom, que termina na quarta-feira, e, com o feriado na sexta, ninguém está muito animado a montar grandes posições. "O mercado está em compasso de espera nos últimos dias. Os riscos geopolíticos, se crescerem, podem gerar uma busca por segurança e acabar motivando uma rápida cobertura de posições no câmbio", alerta.
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