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Porto Alegre, sexta-feira, 07 de abril de 2017. Atualizado às 16h33.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 07/04 às 16h37min

Ouro fecha em alta após dado de emprego dos EUA e ataque do país na Síria

O ouro avançou e atingiu mais cedo o nível mais alto em cinco meses nesta sexta-feira (7) impulsionado pelo indicador mais fraco que o esperado de emprego dos Estados Unidos e pelo ataque aéreo americano na Síria.
O ouro para junho fechou em alta de US$ 4,0 (0,32%), a US$ 1.257,30 a onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Na máxima do dia, chegou a US$ 1.273,30 a onça-troy.
Os preços do metal subiram com mais força no início do dia, após os EUA lançarem mísseis contra uma base aérea na Síria em retaliação a um ataque com armas químicas contra civis que teria sido cometido pelo governo de Bashar al-Assad nesta semana. A tensão geopolítica geralmente apoia o ouro.
Além disso, o Departamento de Trabalho norte-americano informou que foram geradas 98 mil vagas no mês de março nos EUA, abaixo da previsão de 175 mil dos analistas. "O ouro é a primeira opção do investidor em momentos de crescente incerteza e isso está acontecendo hoje", afirmou Nitesh Shah, estrategista de commodities da ETF Commodities.
Sobre o dado, o diretor de negociações globais da Kitco Metals, Peter Hug, destacou que ele veio bem abaixo da expectativa. "Isso tornará as pessoas mais cautelosas", previu. "Eu não apostaria contra o ouro agora", afirmou Ira Epstein, estrategista do Linn Group.
Os sinais de que a economia americana pode estar mais irregular que o previsto poderiam levar o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) a demorar mais no aperto monetário. A expectativa de juros mais baixos tende a apoiar o ouro, que luta para competir com investimentos que pagam retorno quando os juros sobem.
A eleição francesa, que terá primeiro turno neste mês, também gera cautela nos mercados globais, diante do desempenho nas pesquisas da candidata de extrema-direita Marine Le Pen, que defende a saída da França da zona do euro. 
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