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Porto Alegre, quinta-feira, 06 de abril de 2017. Atualizado às 17h32.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 06/04 às 17h33min

Na véspera de IPO, CVM suspende oferta da Azul por 30 dias

A Azul, que estava muito próxima de abrir seu capital, em sua quarta tentativa de ingressar na bolsa, teve nesta quinta-feira, 6, sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) suspensa pela Superintendência de Registro de Valores Mobiliários (SRE) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A suspensão será por até 30 dias.
A demanda pelas ações estava, no período da tarde desta quinta, em quatro vezes a oferta, com o valor em R$ 21, o centro da faixa indicativa de preço, segundo fontes ouvidas pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. A precificação ocorreria nesta quinta e a estreia da ação na Bolsa estava agendada para o dia seguinte.
Segundo a CVM, a decisão em suspender a oferta está ancorada no fato de a empresa ter disponibilizado documentos de suporte a apresentações oferecidas a investidores sobre a oferta em site, o que caracterizou, segundo a autarquia, de uso irregular de material publicitário não aprovado pela CVM.
A companhia teria ainda fornecido no roadshow projeções em relação à avaliação de investimentos, "notadamente a projeção de valorização do investimento da Companhia em ativos da TAP, que não consta dos documentos da Oferta". Pelas regras a companhia não pode fornecer material publicitário com informações diversas ou inconsistentes em relação ao prospecto da oferta.
Outra razão, conforme a autarquia, foi o fato de "divulgação excessiva" de informações de caráter sigiloso da oferta na imprensa, citando como exemplo a Coluna do Broad.
"A suspensão poderá ser revogada, dentro do prazo acima indicado, se as irregularidades apontadas forem devidamente corrigidas", destaca a CVM. Se isso não ocorrer o pedido de registro da oferta poderá ser indeferido, segundo a autarquia.
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