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Porto Alegre, terça-feira, 04 de abril de 2017. Atualizado às 16h23.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 04/04 às 16h24min

Ouro sobe em Nova Iorque em reação a dados dos EUA e com eleições na Europa no radar

O ouro fechou com ganhos nesta terça-feira (4) impulsionado pela percepção de que indicadores dos Estados Unidos mais fracos que o previsto poderiam levar o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) a desacelerar o ritmo das elevações de juros, segundo alguns analistas.
O ouro para entrega em junho fechou em alta de US$ 4,40 (0,35%), a US$ 1.258,40 a onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
O índice dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) da indústria dos EUA, divulgado na segunda-feira, veio abaixo da expectativa. Isso gerou a percepção ontem, que continuou a existir hoje, de que o Fed poderia não manter sua perspectiva de três altas de juros neste ano, segundo Mike van Dulken, da Accendo Markets.
Um relatório que mostrou vendas menores de automóveis na comparação anual nos EUA também pesou na avaliação dos investidores, afirmou em nota o Commerzbank.
O UBS aponta que os indicadores dos EUA seguirão em foco, entre eles o relatório mensal de empregos (payroll), que sai na sexta-feira.
Além disso, as eleições na Europa e fatores de risco associados a ela também continuam a ser levados em consideração pelos operadores, segundo Daniel Briesemann, do Commerzbank. 
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