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Porto Alegre, segunda-feira, 03 de abril de 2017. Atualizado às 18h18.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

03/04/2017 - 18h21min. Alterada em 03/04 às 18h21min

Dólar oscila após dado abaixo do esperado da indústria dos EUA

O dólar oscilou nesta segunda-feira, após um indicador mostrar que o crescimento na indústria do país perdeu fôlego em março.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar caía a 110,94 ienes e o euro recuava a US$ 1,0669.
O Instituto para a Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) informou que sua leitura da atividade industrial dos EUA caiu de 57,7 em fevereiro para 57,2 em março. Embora números acima de 50 mostrem expansão do setor, o declínio decepcionou um pouco a previsão de 57,5 dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal.
O declínio "é um pouco desapontador, diante da força recente das pesquisas regionais, mas ainda deixa o índice perto da máxima em dois anos e sugere que o crescimento do PIB deve acelerar", avaliou Andrew Hunter, economista que acompanha os EUA para a Capital Economics.
Investidores aguardam agora indicadores importantes, como o relatório mensal de empregos (payroll) dos EUA nesta sexta-feira. Além disso, será divulgada a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), na quarta-feira.
Os investidores também acompanham os acontecimentos políticos. O presidente dos EUA, Donald Trump, deve se reunir no fim da semana com o presidente da China, Xi Jinping, e o comércio deve ser um tema importante. Trump acusa a China de desvalorizar de maneira injusta sua moeda para ter vantagem comercial sobre os americanos.
Os operadores do câmbio também aguardam novos detalhes sobre os planos de reforma tributária do governo Trump, que podem impulsionar o dólar.
No primeiro trimestre deste ano, o dólar caiu quase 3%, após investidores mostrarem-se mais cautelosos sobre a trajetória da agenda de Trump, diante do fracasso do governo em aprovar uma reforma no setor de saúde. Analistas do Scotiabank afirmaram em nota que os fundamentos dos EUA seguem sólidos e podem melhorar mais, caso o presidente consiga avançar rápido em sua reforma tributária
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