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Porto Alegre, segunda-feira, 03 de abril de 2017. Atualizado às 17h21.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

03/04/2017 - 17h23min. Alterada em 03/04 às 17h24min

Juros fecham em baixa moderada, em linha com dólar e retorno dos Treasuries

Ao término da sessão regular, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 (132.815 contratos) fechou em 9,825% (mínima), de 9,870% no último ajuste. O DI para janeiro de 2019 (137.200 contratos) terminou em 9,48%, de 9,50% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2021 (77.160 contratos) terminou na mínima de 9,83%, de 9,88% no ajuste anterior.
As taxas abriram em leve alta, mas logo inverteram o sinal e passaram a cair, em linha com o movimento do dólar. No final da manhã, bateram mínimas, na medida em que os rendimentos dos Treasuries aceleravam o recuo, em reação à notícia de explosão numa estação de metrô em São Petersburgo, na Rússia, com suspeita de atentado terrorista. Na reta final da sessão regular, alguns contratos, sobretudo longos, renovaram as mínimas, comportamento atribuído ao ajuste do Índice de Renda Fixa do Mercado (IRF-M), que tradicionalmente ocorre no início de cada trimestre e remunera fundos de renda fixa.
Pouco depois das 16h30, o dólar à vista valia R$ 3,1126, com recuo de 0,54% ante o real, moeda que hoje é destaque de alta entre as divisas de países emergentes, o que favorece a curva local. Além disso, nos Treasuries, o rendimento das T-Notes de dez anos caía para 2,340%.
Na pesquisa Focus, publicada pelo Banco Central, a mediana das estimativas para o IPCA de 2017 recuou de 4,12% para 4,10% e para 2018, manteve-se em 4,50%. Para 2019, recuou de 4,30% para 4,28% e para 2020, de 4,30% para 4,25%. A mediana das expectativas para a Selic ao final de 2017 também caiu, de 9,0% para 8,75%.
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