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Porto Alegre, terça-feira, 21 de março de 2017. Atualizado às 17h30.

Jornal do Comércio

Política

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reforma da previdência

21/03/2017 - 17h02min. Alterada em 21/03 às 17h34min

Senador petista protocola pedido de instalação da CPI da Previdência

Dez senadores do PMDB, partido do presidente Michel Temer, são signatários do pedido de Paim (c)

Dez senadores do PMDB, partido do presidente Michel Temer, são signatários do pedido de Paim (c)


Jefferson Rudy/Agência Senado/
Agência O Globo
O senador Paulo Paim (PT-RS) protocolou no Senado nesta terça-feira um pedido de criação da CPI da Previdência para, segundo ele, desmentir a ideia que o governo tenta impingir na população de que a Previdência está falida. Com a instalação da comissão, Paim espera dinamitar a reforma da Previdência que o Palácio do Planalto enviou para o Congresso. O pedido exibido por Paim conta com a assinatura de 50 senadores, inclusive de integrantes da base aliada do governo.
Dez senadores do PMDB, partido do presidente Michel Temer, são signatários do pedido de CPI, dois do DEM , partido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que encampa integralmente a defesa do texto do governo e dois do PSDB. Senadores do PP, PSB, PR e PSD também assinaram.
"Queremos acabar com essa proposta hedionda, safada, de retirar os direitos dos trabalhadores. Queremos desnudar a ideia de que a Previdência está falida. Não está. O problema é a roubalheira, que temos que acabar", afirmou.
A deputada Maria do Rosário (PT-RS) também faz coro às pretensões de Paim. Segundo ela, o governo usa dados falsos sobre as contas da Previdência a fim de justificar a necessidade de uma reforma.
"Como que o governo pode querer fazer uma reforma para tirar direitos de todo mundo, se os números de que partem não estão corretos?", questiona.
Cercado por um grupo de sindicalistas e parlamentares da oposição, Paim cruzou o tapete azul do Senado com a lista de assinaturas da CPI na mão e foi até a Câmara, onde tramita a reforma da Previdência, a reforma trabalhista e o projeto da terceirização. Na frente do plenário, cantou músicas contra as reformas e tirou fotos com sindicalistas.
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