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Porto Alegre, quarta-feira, 15 de março de 2017. Atualizado às 13h58.

Jornal do Comércio

Política

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Operação Lava Jato

Notícia da edição impressa de 15/03/2017. Alterada em 15/03 às 14h03min

Lista tem ministros, senadores e ex-presidentes

Pelo menos cinco ministros do governo de Michel Temer (PMDB) estão na lista de pedidos de inquéritos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. São eles: o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB); o secretário-geral da Presidência, Moreira Franco (PMDB); o ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB); Gilberto Kassab (PSD); da Ciência e Tecnologia e Comunicações; e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), de Relações Exteriores.
Integram a relação ainda os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE); e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ); além dos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Edison Lobão (PMDB-MA), José Serra (PSDB-SP) e Aécio Neves (PSDB-MG).
A Procuradoria-Geral da República (PGR) incluiu os nomes dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT) e dos ex-ministros Guido Mantega e Antonio Palocci, também petistas. Como eles não têm foro no STF, a expectativa é que seus casos sejam remetidos a instâncias inferiores.
Ao todo, Janot enviou 83 pedidos de inquérito ao Supremo Tribunal Federal (STF). Os pedidos são relacionados às delações premiadas de 77 delatores ligados à Odebrecht, segundo a PGR. Há, no entanto, mais um delator da Odebrecht, cujo acordo foi homologado pelo tribunal.
São executivos e ex-executivos, incluindo Emílio e Marcelo Odebrecht, que trataram, em acordo com a Justiça, sobre pagamento de propina e entrega de dinheiro por meio de caixa-2 com o objetivo de reduzir as penas nos processos da Lava Jato.
Em nota, a Procuradoria informou que o procurador-geral, Rodrigo Janot, solicitou ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, o fim do segredo dos documentos.
De posse dos pedidos, Fachin vai decidir se aceita ou não os pedidos para abrir os inquéritos e se manterá os casos sob sigilo. Não há prazo para Fachin tomar uma decisão.
 
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