Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sábado, 11 de março de 2017. Atualizado às 15h58.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Operação Lava Jato

Alterada em 11/03 às 16h01min

José Carlos Bumlai nega repasses a Nestor Cerveró

O empresário José Carlos Bumlai, réu em ação penal acusado de tentativa de obstrução à Lava Jato, disse nesta sexta-feira (10), em depoimento na Justiça Federal em São Paulo, que seu filho Maurício Bumlai fez dois repasses de R$ 50 mil cada ao senador cassado Delcídio Amaral (sem partido-MS) como "ajuda pessoal" ao ex-parlamentar. Bumlai negou que os repasses tivessem o ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró como destinatário.
Nesta ação, Delcídio, Bumlai, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras quatro pessoas são acusadas de tentar "comprar" o silêncio de Cerveró. A defesa do senador cassado afirmou no ano passado que Bumlai repassou R$ 250 mil à família de Cerveró, "por interferência do ex-presidente Lula".
Ontem, o empresário negou o montante. "O número que ele (Delcídio) falou é absolutamente mentiroso. Não tem nada de R$ 250 mil", afirmou, via videoconferência, ao juiz Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília. Segundo Bumlai, seu filho atendeu ao pedido de Delcídio sem sua autorização e por causa da "influência política" do então senador.
Sobre a sua relação com Lula, Bumlai disse que, embora sejam amigos, o petista nunca lhe pediu para que interferisse para evitar a delação de Cerveró. O ex-presidente será ouvido pelo juiz Ricardo Leite na próxima terça-feira, em Brasília.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia