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Porto Alegre, quarta-feira, 08 de março de 2017. Atualizado às 20h01.

Jornal do Comércio

Política

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previdência

Alterada em 08/03 às 20h05min

Parte da bancada do PMDB do Senado defende alterações no texto da Previdência

Em reunião conduzida pelo líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), integrantes da bancada demonstraram descontentamento com o texto da reforma da Previdência encaminhado pelo presidente Michel Temer ao Congresso. A proposta atualmente é discutida em comissão especial da Câmara e tem levado os ministros da área econômica, envolvidos no tema, a fazerem uma série de audiências com parlamentares para tentar explicar os principais pontos.
A reunião entre os senadores da legenda ocorreu na noite de terça-feira (7), no gabinete de Renan e contou com a presença de boa parte dos integrantes do PMDB, partido do presidente Temer. "Foi aferida a posição de cada um e pode haver alteração. Não havia ânimo coletivo para se votar o texto como está", afirmou ao jornal "O Estado de S. Paulo" a vice-líder do PMDB, Rose de Freitas (ES).
Em conversas com jornalistas na tarde desta quarta-feira (8), Renan afirmou que o partido irá fazer uma reforma que seja a "possível". "O PMDB quer fazer a reforma da Previdência, mas com uma reforma possível", ressaltou. Questionado sobre às criticas colocadas na reunião de ontem, Renan afirmou que é preciso separar o que é partido e o que é governo. "No Senado tem uma compreensão maior do papel do PMDB e do papel do governo", ressaltou. "O pessoal vai emitindo as considerações. O PMDB é um partido democrático e tem entendimento que uma coisa é partido e outra é governo. Antecipou o debate. Mas o líder tem que ser produto do que pensa a bancada."
A reunião da bancada também serviu de palco para Renan se queixar da ampliação dos espaços cedidos pelo governo aos parlamentares que fizeram parte do grupo do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Operação Lava Jato. Entre os nome lembrados por Renan está o atual ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB-PR) o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB); o líder do governo no Congresso, André Moura (PSC-SE); e o deputado Carlos Marun (PMDB-MS). "Fiz essa avaliação para o ministro Moreira assim como fiz ontem para a bancada", afirmou Renan ao jornal.
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