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Porto Alegre, quarta-feira, 08 de março de 2017. Atualizado às 23h57.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 09/03/2017. Alterada em 08/03 às 23h58min

ProsperArte lança luz sobre as Fundações

Antonio Villeroy
Em um momento em que na nossa própria cidade a água começa a cheirar mal, acendendo um sinal de alerta para o perigo de escassez nas próximas décadas, e o tráfego de automóveis e emissão de gases tóxicos no perímetro urbano chegam ao seu limite, ao passo em que espécies animais e vegetais veem-se ameaçadas de extinção e a fome e a miséria permanecem como um problema mundial, tendo como uma de suas consequências a escalada da violência, é hora de repensar nosso modelo crescimento. Mas o que se vê é a continuação de um padrão que, em nome do lucro fácil e de uma falsa ideia de progresso, a cada dia, compromete mais o futuro do planeta.
Dentro desse cenário, vem o atual governo do Estado implantar um pacote de medidas que inclui a extinção de nove fundações fundamentais para planejamento racional e inteligente do desenvolvimento do Rio Grande do Sul. E o faz utilizando-se do termo modernidade, muito atrativo para quem não costuma ir fundo nas questões e não percebe o risco que se corre ao se jogar no lixo os bancos de dados, as sementes, o mapeamento das matas e das espécies, os arquivos sobre PIB, exportações, emprego e desemprego, agronegócios, tecnologia, memória, cultura e demais conteúdos que são frutos de décadas de trabalho dessas diferentes instituições.
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