Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 28 de março de 2017. Atualizado às 07h29.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Transporte coletivo

Notícia da edição impressa de 28/03/2017. Alterada em 28/03 às 07h34min

Passagem de ônibus pode ser definida hoje

Prefeitura divulgou dados parciais de consulta sobre preço da passagem

Prefeitura divulgou dados parciais de consulta sobre preço da passagem


CLAITON DORNELLES/JC
Está prevista para hoje pela manhã uma reunião do Conselho Municipal de Transporte Urbano (Comtu) que pode definir o valor das passagens de ônibus em Porto Alegre. Os conselheiros irão avaliar cálculo técnico apresentado pela Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC), que propõe R$ 4,05 para a tarifa. Um esquema de segurança será montado no entorno do órgão, onde ocorrerá a reunião, com a Brigada Militar e a Guarda Municipal.
O valor foi enviado para apreciação dos conselheiros no dia 17 de março. Caso a decisão seja favorável ao cálculo, o resultado será encaminhado ao prefeito Nelson Marchezan Júnior para sanção e passará a vigorar após publicação no Diário Oficial. A estimativa da EPTC é que o processo não leve mais que 48 horas, o que colocaria o novo preço em vigor amanhã ou na quinta-feira.
Em consulta feita no começo do ano, a Associação de Transportadores de Passageiros (ATP) havia sinalizado com um valor de até R$ 4,30 para a tarifa. Entre as justificativas para o aumento, a ATP assinalava a necessidade de ressarcimento por uma ação popular que, em 2016, reduziu temporariamente as passagens a R$ 3,25, além de compensação pelos 60 dias em que os créditos recarregados antes do aumento do ano passado foram descontados no valor antigo. Ontem, a prefeitura entrou com ação na Justiça pedindo que o PSOL, proponente da ação em 2016, arque com o suposto prejuízo de cerca de R$ 5 milhões causado aos consórcios no período em questão.
Também ontem, a prefeitura da Capital divulgou resultado parcial das simulações sobre a nova tarifa, promovidas a partir de consulta interativa desde o começo de fevereiro. Conforme os dados, 62% dos participantes se disseram favoráveis ao fim da obrigatoriedade do cobrador, desde que não implique em demissão dos profissionais, enquanto 38% colocam o trabalhador como imprescindível. A maioria (60%) considera adequado um prazo maior, de 12 anos, para a renovação da frota, enquanto 75% considera que a isenção para idosos deve ser aplicada a partir dos 65 anos, e 25% acham que pessoas a partir dos 60 anos já devem usufruir do benefício.
Outros resultados demonstram o interesse em obter uma passagem de ônibus mais barata na Capital. Entre eles, a disposição em abrir mão de GPS (52%) e do reconhecimento facial de passageiros (56%), tecnologias que já começaram a ser testadas. Por outro lado, de acordo com o levantamento, a ampla maioria (77%) está, no momento, favorável à instalação de câmeras de monitoramento em tempo real, como forma de diminuir assaltos e arrastões nos coletivos.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia