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Porto Alegre, sexta-feira, 24 de março de 2017. Atualizado às 07h07.

Jornal do Comércio

Geral

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Direitos Humanos

Notícia da edição impressa de 24/03/2017. Alterada em 23/03 às 23h35min

OEA recebe denúncia sobre encarceramento em massa nas prisões brasileiras

Entidades da sociedade civil, como a Conectas, a Pastoral Carcerária e a Justiça Global, acusaram o Brasil de adotar uma política institucional de encarceramento em massa, que levou a população detida a quase triplicar desde 2000, alcançando a marca de 622 mil presos, e de ser conivente com a prática de tortura e violação sistemática de direitos humanos.
A denúncia foi levada à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão da Organização dos Estados Americanos (OEA) responsável por promover o respeito a direitos humanos no continente. Mais de 120 detentos morreram em prisões brasileiras neste ano. "Colocar mais gente na cadeia não está resolvendo o problema da criminalidade, mas segue sendo a política principal do Brasil", diz James Cavallaro, responsável pela Relatoria de Direitos de Pessoas Privadas de Liberdade da CIDH. Para ele, as polêmicas declarações de autoridades após as chacinas em presídios no País em janeiro remetem ao massacre do Carandiru, ocorrido há 25 anos.
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