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Porto Alegre, quinta-feira, 02 de março de 2017. Atualizado às 23h47.

Jornal do Comércio

Geral

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Segurança pública

Notícia da edição impressa de 03/03/2017. Alterada em 02/03 às 23h18min

Canoas aguarda SSP para concluir acessos a presídios

Três das quatro unidades de Complexo Prisional são mantidas fechadas

Três das quatro unidades de Complexo Prisional são mantidas fechadas


CLAITON DORNELLES/JC
Isabella Sander
Inaugurada há um ano, a Penitenciária de Canoas I permanece solitária dentro do Complexo Prisional de Canoas. Apesar de praticamente concluídas também há um ano, as unidades II, III e IV ainda não estão aptas para abertura, em virtude da necessidade de implementação por parte do Estado de um sistema de água e esgoto e, por parte do município, da construção de acessos asfálticos entre os prédios. Em janeiro, o secretário estadual de Segurança Pública, Cezar Schirmer, anunciou esperar que, no início do segundo semestre, o complexo recebesse 2,8 mil presos.
Após duas licitações desertas, a prefeitura de Canoas, ainda em 2016, solicitou à Secretaria de Segurança Pública (SSP) aumento de 25% na verba de cerca de R$ 1,8 milhão, prevista para o arruamento interno. O município aguarda o retorno da pasta para relançar o edital.
O secretário de Segurança de Canoas, Ranolfo Vieira Jr., reitera que a gestão atual está na administração há apenas dois meses e, por isso, pegou os processos em andamento. "Estamos em diálogo permanente com a SSP. Até o momento, não recebemos aceno positivo ou negativo do acréscimo do valor por parte do Estado. Aguardamos esse retorno para renovar, se for o caso, a licitação", explica.
Vieira Jr. acredita que a resolução do imbróglio se dará em breve. "Ainda na semana passada, estivemos com Schirmer falando sobre esse e outros temas. Esperamos ter alguma resposta na próxima semana", estima. A pasta estuda alternativas, caso a SSP negue o incremento financeiro.
Assim como outros municípios, Canoas pena diante da falta de vagas no sistema prisional. Na madrugada de segunda-feira, quatro homens presos em uma delegacia serraram as grades e fugiram. Nesta quinta-feira, havia 20 detidos em delegacias. A situação era semelhante em Porto Alegre, onde chegou a haver engarrafamento de viaturas da Brigada Militar em frente ao Palácio da Polícia, com detidos sem terem para onde ir.
Procurado pelo Jornal do Comércio, o diretor de Engenharia Prisional da Superintendência dos Serviços Penitenciários, Alexandre Micol, não pôde atender à reportagem até o fechamento da edição.
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