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Porto Alegre, quarta-feira, 01 de março de 2017. Atualizado às 16h32.

Jornal do Comércio

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sistema carcerário

01/03/2017 - 16h22min. Alterada em 01/03 às 16h34min

Empresa de puffs busca ampliar produção com mão de obra prisional

Presos vão trabalhar na costura, colagem e montagem de puffs

Presos vão trabalhar na costura, colagem e montagem de puffs


Susepe/Divugalção/JC
A Mundial Puffs vai buscar na Colônia Penal Agrícola Daltro filho (CPA), em Charqueadas, uma forma de ampliar sua produção de estofados. A empresa anunciou que irá contratar 15 apenados para trabalhar na costura, colagem e montagem de poltronas e assentos anatômicos, conhecidos como puffs. A parceria com a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) deve qualificar profissionalmente os apenados e ainda gerar remição de pena (três dias trabalhados diminui um).
Em nota, o governo do Estado aponta que a empresa tem filiais em diversos presídios do RS e aposta na mão de obra carcerária. A produção ainda busca reutilizar materiais de descarte da indústria de calçados, ampliando a capacidade produtiva e poluindo menos. O destino dos produtos é o mercado nacional e internacional.
Para o diretor da CPA, Gustavo Schwarz, o incentivo ao trabalho prisional é a forma mais efetiva de o preso restabelecer os vínculos de respeito com a sociedade. "Parafraseando a falecida assistente social Maria Tavares: 'não há criatura irrecuperável, mas sim método inadequado'", afirmou.
Em março, a parceria com outras empresas deve possibilitar que mais 25 apenados trabalhem na produção de móveis e blocos de concreto. A direção do presídio pretende ampliar o convênio para gerar mais 130 vagas.
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