Entrevista com casal, Cláudio Pereira Sperling e Sabrina Bertrand Coelho, anfitriões do DogHero - para matéria sobre aplicativos que permitem ganhar dinheiro de casa. Cláudio e Sabrina são anfitriões desde 2015 Foto: MARCELO G. RIBEIRO/JC

Aplicativo permite que pessoas recebam cães em casa e lucrem com isso

Trata-se de uma forma de conseguir uma fonte de renda extra sem sair de casa

Um aplicativo criado por dois brasileiros, em 2014, conecta pessoas que têm cães a alguém que pode cuidar do animalzinho em casos de ausência dos donos. O DogHero já tem 9,5 mil usuários em quase 500 cidades brasileiras, e o objetivo é chegar a 20 mil anfitriões até 2018. Trata-se de uma forma de conseguir uma fonte de renda extra sem sair de casa.
O app foi desenvolvido por Eduardo Baer e Fernando Gadotti, de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente. Em Porto Alegre, a funcionária pública Sabrina Bertrand Coelho, 37 anos, e o educador físico Cláudio Pereira Sperling, 45, são anfitriões desde 2015.
“O pessoal sabe que a gente gosta muito de cachorro”, ressalta Sabrina. “Aí, quando surgiu o aplicativo, fiz o cadastro”, emenda Cláudio. O trabalho de ambos, fora de casa, faz com que não dependam da renda vinda do DogHero. “Mas ajuda”, assegura ele. O casal cobra R$ 44,00 a diária do cão - mas o valor varia conforme o prestador de serviço.
A ideia do negócio surgiu quando Eduardo Baer, um dos fundadores da DogHero, pensou em adotar um cachorro. Ele percebeu que muitos conhecidos não conseguiam ter um pet porque viajavam e não tinham com quem deixar o bichinho. Ao encontrar o colega, Fernando Gadotti, durante um MBA na Universidade Stanford, Eduardo apresentou o problema e, juntos, em agosto de 2014, fundaram a empresa.
“Os serviços que o mercado oferece são caros e impessoais e, por muitas vezes, notamos que alguns animais voltavam para casa assustados ou doentinhos. Vimos que poderíamos melhorar a vida de todos os envolvidos, principalmente a do cachorro, ao oferecer um serviço sem gaiolas ou grades — a rotina do animal é mantida como em casa, com o mesmo conforto, rotina de passeios e cuidados”, afirma Baer.
*A matéria completa sobre formas de ganhar dinheiro em casa será publicada nesta quinta-feira (2/3). 
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Comentários ( 2 )
  1. Alessandra

    ...uma boa pra quem? Pq pra quem vizinha com esses hospedeiros tem a vida infernizada por latidos de cachorro dia e noite....ou seja, os que contratam saem numa boa pra curtir o fim de semana ou a viagem...e os que ficam passam o dia infernizados por uivos, latidos e barulhos. As pessoas tinham que ter mais noo na hora de iniciar um negcio...pq se o co late ou uiva sem parar pq est entediado, quer passeio, ateno...o q eu vejo um depsito de cachorro remunerado...pra mim esse doghero tem sido dog hell.

  2. Antonio Brito

    Acho uma boa, desde que se pesquise os anfitries para saber se eles gostam de animais e para evitar aqueles que o fazem somente por dinheiro, no se importando com o bem-estar dos hspedes

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