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Porto Alegre, terça-feira, 21 de março de 2017. Atualizado às 19h20.

Jornal do Comércio

Esportes

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eliminatórias da copa

21/03/2017 - 19h22min. Alterada em 21/03 às 19h25min

Titular da seleção, Alisson não se vê ameaçado, mas admite sair da Roma por ritmo

Alisson durante o treino da equipe brasileira no CT do Corinthians, em São Paulo

Alisson durante o treino da equipe brasileira no CT do Corinthians, em São Paulo


NELSON ALMEIDA/AFP/JC
Titular da seleção brasileira com Tite, Alisson vive situação oposta na Roma, onde é o reserva do polonês Szczesny no Campeonato Italiano. Por isso, só tem a oportunidade de defender a equipe nos outros torneios disputados atualmente pelo clube, como a Copa da Itália e a Liga Europa. Ele garante, porém, que a situação não atrapalha o seu desempenho em campo, assegurando que chega com ritmo para exibir segurança nos duelos contra Uruguai e Paraguai, pelas Eliminatórias da Copa, e "seguir voando", como ele mesmo declarou nesta terça-feira.
"Não gosto muito de falar para frente, estou focado no meu momento e na seleção. Até tive uma sequência boa agora, mas quero estar sempre em campo, na Roma ou na seleção. Nas últimas semanas, fiz um jogo por semana. Infelizmente não nos qualificamos na Liga Europa, mas fui bem", disse, nesta terça-feira, em entrevista coletiva.
Pela Roma, Alisson disputou 14 partidas na atual temporada, todas elas por competições definidas em mata-mata. Nas últimas cinco semanas, inclusive, entrou em campo cinco vezes, seja por Liga Europa, torneio que a Roma foi eliminada pelo francês Lyon, ou na Copa da Itália - o time está nas semifinais, contra a rival Lazio.
Mas, como não esconde o desejo de atuar com mais frequência, o goleiro admite a possibilidade de trocar de clube ao fim da temporada, até para não correr o risco de perder espaço também na seleção brasileira. "Depois da temporada, a gente conversa. Tem que ser o melhor para todos e para mim, na Roma e na seleção", comentou.
Alisson, porém, acredita já ter conquistado a confiança de Tite para seguir como titular na seleção. O goleiro, aliás, começou jogando todas as partidas da equipe nas Eliminatórias sob o comando do treinador. "Tenho confiança, mas nunca soberba, mantenho os pés no chão, sabendo que tenho grandes concorrentes", disse, destacando ter mostrado seu valor logo quando Tite começou a comandar o Brasil.
"O ritmo de jogo ajuda, mas já provei que, mesmo sem jogar muito fiz um bom trabalho em um momento de transição aqui. É um pouco mais difícil, mas tenho de lidar com o que tenho em mãos. A seleção sempre foi muito bem servida e espero lidar bem com as expectativas", disse.
Se Alisson é o titular absoluto da seleção, os seus reservas têm variado. Tite já chamou Weverton - o suplente mais vezes convocado -, mas também apostou em Alex Muralha e Marcelo Grohe. O novo escolhido pelo treinador foi Ederson, do Benfica. E o concorrente ganhou elogios do goleiro da Roma nesta terça.
"Eu o acompanho e vem fazendo ótimo trabalho. Já tive oportunidade de trabalhar com ele na Copa América. É jovem, como eu, e tem potencial. Vem fazendo bom trabalho no Benfica, que é o líder do Português. Acredito que a seleção está muito bem servida de goleiros por muitos anos", comentou.
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