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Porto Alegre, sexta-feira, 31 de março de 2017. Atualizado às 10h04.

Jornal do Comércio

Economia

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Trabalho

31/03/2017 - 09h56min. Alterada em 31/03 às 10h06min

Desemprego alcança 13,5 milhões de brasileiros e bate recorde

O indicador mostra que 13,5 milhões de pessoas estão em busca de trabalho no Brasil

O indicador mostra que 13,5 milhões de pessoas estão em busca de trabalho no Brasil


MARCELO G. RIBEIRO/JC
O desemprego no Brasil ficou em 13,2% em fevereiro, considerando a estimativa trimestral calculada na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada, na manhã desta sexta-feira (31), pelo Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior desocupação da série histórica, iniciada em 2012, pelo órgão. A população desocupada, que envolve todos os tipos de vínculos e situações de ocupação, chegou a 13,5 milhões de pessoas, maior contingente da série iniciada em 2012. 
O novo patamar ficou ainda 2,9 pontos acima da taxa do mesmo trimestre móvel de 2016, quando o desemprego foi estimado em 10,2%. A taxa cresceu 1,3 ponto percentual frente ao trimestre móvel anterior, de setembro a novembro de 2016, que ficou em 12,6%. 
O contingente desempregado cresceu 11,7%, acrescentando 1,4 milhão de pessoas sem trabalho frente ao trimestre encerrado em novembro de 2016. A população é 30,6% maior que a situação no mesmo trimestre de 2016. São, com isso, 3,2 milhões de pessoas a mais em busca de alguma ocupação.
O Brasil soma 89,3 milhões de habitantes ocupados, 1% a menos que o trimestre encerrado em novembro de 2016, e 2% menos que o mesmo trimestre de 2016. O nível da ocupação, que reflete o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 53,4% no trimestre de dezembro de 2016 a fevereiro de 2017, apresentando queda de 0,7 frente ao trimestre de setembro a novembro de 2016, (54,1%). Em relação a igual trimestre do ano anterior este indicador apresentou retração de 1,8 ponto percentual, quando passou de 55,1% para 53,4%. Este é o menor nível da série histórica iniciada em 2012.
O rendimento médio real habitual (R$ 2.068,00) no trimestre encerrado em fevereiro de 2017 manteve estabilidade frente ao trimestre anterior (R$ 2.049,00) e, também, em relação ao mesmo trimestre de 2016 (R$ 2.037,00). A massa de rendimento real habitual (R$ 180,2 bilhões) no trimestre encerrado em fevereiro de 2017 também ficou estável nas duas comparações.
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