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Porto Alegre, terça-feira, 28 de março de 2017. Atualizado às 18h04.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 28/03 às 18h07min

Bolsas fecham em alta em Nova Iorque, com dados positivos da economia dos EUA

As bolsas de Nova Iorque reverteram parte das perdas das últimas sessões e fecharam em alta nesta terça-feira (28), influenciadas por dados positivos da economia americana.
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,73%, a 20.701,50 pontos; o S&P 500 avançou 0,73%, para 2.358,57 pontos; e o Nasdaq subiu 0,60%, para 5.875,14 pontos. Com esse resultado, o Dow Jones encerrou oito sessões consecutivas de baixa.
"Talvez todos nós estejamos hiperfocados nas políticas do presidente Donald Trump", disse Dan Miller, diretor de ações da GW&K Investment Management. "Todos os dados parecem fortes, não apenas nos EUA, mas também no exterior, e eu acho que isso é um pano de fundo muito forte para os lucros das empresas", afirmou Miller.
Segundo o Conference Board, o índice de confiança do consumidor dos EUA subiu de 116,1 em fevereiro para 125,6 em março, no maior patamar desde dezembro de 2000. Analistas consultados pelo Wall Street Journal previam queda do indicador, para 113,8. Já os preços dos imóveis americanos avançaram em janeiro no ritmo mais rápido em 31 meses, de acordo com os índices S&P CoreLogic Case-Shiller, impulsionados, em parte, pela recuperação do crescimento do emprego.
Além disso, os investidores se voltam, agora, para a reforma tributária planejada pelo governo Trump, que será colocada em pauta nos próximos dias. O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, fez declarações de que pretende que o Congresso aprove a reforma até agosto. Ações de bancos reverteram perdas anteriores e subiram nesta terça-feira, também influenciadas por comentários de dirigentes do Federal Reserve. Esther George, que comanda o Fed de Kansas, sugeriu que pode ser favorável a mudanças na lei Dodd-Frank de regulação financeira, ao dizer que a regulação pesa sobre bancos comunitários. Hoje, o Goldman Sachs avançou 1,71%; o Morgan Stanley ganhou 2,19%; o Citigroup teve valorização de 1,87%; e o JPMorgan subiu 1,56%.
Já papéis de companhias ligadas ao setor de energia também influenciaram positivamente os mercados acionários americanos, ao acompanharem a alta nos preços do petróleo. O novo decreto de Trump, que desfaz regulações da era Obama quanto ao meio ambiente, também esteve no radar dos investidores. A Chevron ganhou 0,84%; a ConocoPhillips teve alta de 2,46% e a ExxonMobil se valorizou 0,73% nesta terça-feira.
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