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Porto Alegre, segunda-feira, 27 de março de 2017. Atualizado às 17h13.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 27/03 às 17h15min

Petróleo fecha em baixa, pressionado por ceticismo em relação à Opep

Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa nesta segunda-feira, influenciados pelo ceticismo por parte dos investidores quanto à extensão do acordo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para reduzir a oferta da commodity além de junho.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para maio fechou em queda de 0,50%, a US$ 47,73 por barril. Na Intercontinental Exchange (ICE), o petróleo tipo Brent para o mesmo mês recuou 0,09%, a US$ 50,75 por barril.
No fim de semana, o comitê que monitora o cumprimento do acordo da Opep e de outros grandes produtores emitiu um comunicado pedindo aos participantes uma revisão das "condições do mercado de petróleo", a fim de que analisassem a possibilidade de uma extensão dos cortes, inicialmente acordados para durarem até o fim de junho. O tom frustrou alguns participantes do mercado, que esperavam uma recomendação imediata para estender o prazo do acordo.
De acordo com a corretora iiTrader, a habilidade da Opep de controlar sua própria produção e de balancear o mercado, influenciado pelo aumento nos estoques e na produção dos Estados Unidos, está em questão. "Talvez o comitê tenha percebido, como já dissemos, o quão catastrófico está começar a falar sobre cortes adicionais", disse a iiTrader, em nota a clientes. A previsão da corretora é de que os preços do petróleo fiquem em torno de US$ 40 por barril no fim do ano.
O comitê de monitoramento da Opep voltará a se reunir novamente no fim de abril para completar sua recomendação para uma possível extensão dos cortes. A decisão final sobre uma possível extensão ocorrerá em 25 de maio.
Nesta segunda-feira, o ministro de Energia do Catar, Mohammed bin Saleh al-Sada, afirmou que o país irá apoiar um prolongamento do acordo. O comentário foi feito durante um fórum de investimento em Londres, onde al-Sada disse que os cortes "devem continuar" no terceiro trimestre, para aumentar o impacto da medida quando a demanda subir novamente. "O exercício bem sucedido da Opep deve continuar para, assim, fechar o ciclo completo". 
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