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Porto Alegre, segunda-feira, 27 de março de 2017. Atualizado às 10h56.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Bovespa abre em queda com preocupação sobre reformas nos EUA e commodities

A Bovespa abriu em queda de cerca de 1,0% na manhã desta segunda-feira (27), em linha com o comportamento dos mercados internacionais, em meio a preocupações sobre a capacidade do presidente dos EUA, Donald Trump, de avançar com sua agenda de reformas após sofrer um revés no Congresso na última sexta-feira.

Às 10h41min, o Ibovespa exibia perda de 1,25%, aos 63.053,52 pontos. Na sexta-feira, republicanos decidiram retirar de última hora da pauta da Câmara dos Representantes a proposta de reforma da saúde (um projeto que substituiria o chamado Obamacare), já que a derrota na votação era dada como certa. O fracasso gerou receios de que Trump tenha dificuldade de garantir apoio a outros planos que impulsionaram o otimismo dos mercados no início do ano, como estímulos pesados em infraestrutura e as reformas tributária e financeira.

A desvalorização das commodities no exterior atinge em cheio as ações das blue chips. A Petrobras recuava 2,26% (ON) e 2,52% (PN), enquanto os contratos futuros do petróleo perdiam mais de 1,0% pressionados pelo ceticismo em relação a uma possível extensão dos cortes de produção por parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
Durante o fim de semana, o comitê que monitora o cumprimento do acordo do cartel com não membros emitiu um comunicado pedindo aos participantes que "revisem as condições do mercado de petróleo" para analisar a possibilidade de uma possível extensão dos cortes. O tom frustrou parte do mercado que esperava uma recomendação para estender imediatamente o prazo do acordo, que deve chegar ao fim em junho.

Voltando à Bolsa, os papéis da Vale operavam em baixa de 4,38% (ON) e 3,63% (PNA), penalizados pela desvalorização do minério de ferro, que caiu 4,3% no mercado à vista chinês, a US$ 80,8 a tonelada seca, de acordo o The Steel Index. Esse é o valor mais baixo desde o início de fevereiro.

A agenda local é fraca. No exterior, o presidente do Federal Reserve de Chicago, Charles Evans, discursa às 14h15min. Mais tarde, às 19h30, Robert Kaplan, da unidade de Dallas, faz pronunciamento.
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