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Porto Alegre, segunda-feira, 27 de março de 2017. Atualizado às 14h33.

Jornal do Comércio

Economia

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Turismo

Notícia da edição impressa de 27/03/2017. Alterada em 27/03 às 14h34min

Receita com viagens corporativas recua 8,7%

Ao contrário do segmento de negócios, demanda por passeios a lazer vem crescendo

Ao contrário do segmento de negócios, demanda por passeios a lazer vem crescendo


CHIP SOMODEVILLA/GETTY IMAGES/AFP/JC
Adriana Lampert
Para contornar a crise e reduzir os custos, empresas tentam enxugar os gastos com viagens de colaboradores, buscando alternativas para realizar reuniões e outras ações que exijam deslocamento para fora da cidade. O resultado é que em 2016 as receitas do segmento de eventos e negócios caíram 8,7% em comparação com 2015, segundo estudo realizado pela Associação Latino Americana de Gestores de Eventos e Viagens (Alagev). No Estado, o cenário não é diferente. "Muitas agências estão deixando de atender o público corporativo, porque este ramo não é mais rentável, em vista da queda da demanda", explica o presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens do Rio Grande do Sul (Abav-RS), João Augusto Machado.
Segundo o dirigente da Abav-RS, a baixa procura se confirma nas companhias aéreas. "Estive conversando com gestores de pelo menos duas empresas, que confirmaram que é visível a redução por passagens no ramo corporativo", comenta Machado. Por outro lado, segundo o presidente da entidade gaúcha, a procura por viagens de lazer "cresceu um pouco". "Hoje em dia, dá para fazer reuniões por WhatsApp, e esta tem sido uma das alternativas encontradas por gestores que querem economizar", explica o presidente da Abav.
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