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Porto Alegre, quinta-feira, 23 de março de 2017. Atualizado às 17h48.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 23/03 às 17h51min

Bolsas de Nova Iorque recuam com adiamento de votação do projeto de saúde de Trump

As bolsas de Nova Iorque apagaram os ganhos de mais cedo e fecharam em baixa nesta quinta-feira, após os líderes republicanos da Câmara anunciarem o adiamento da votação do projeto da área de saúde do partido.
O índice Dow Jones fechou em queda de 0,02%, aos 20.656,58 pontos; o S&P 500 recuou 0,11%, para 2.345,96 pontos; e o Nasdaq perdeu 0,07%, aos 5.817,69 pontos. Com a sexta baixa consecutiva, o Dow Jones registrou a maior sequência de quedas seguidas desde agosto de 2016.
Estava programada para esta quinta-feira a votação do projeto de saúde do Partido Republicano que, caso aprovado, revoga e substitui o Ato de Cuidado Acessível, que ficou conhecido como Obamacare. Os investidores temem que esse adiamento, devido a uma falta de base de apoio ao projeto, possa prejudicar as chances do presidente americano, Donald Trump, de aprovar sua agenda fiscal, que deve incluir reduções de impostos e aumento do estímulo.
"Há um consenso de que este projeto de lei será uma prévia de toda a agenda Trump", disse Bill Northey, diretor de investimentos do grupo de clientes privados do U.S. Bank. "Trata-se de trazer à tona a questão de saber se os cortes fiscais do presidente irão passar como esperado."
Ações de companhias do setor de saúde ficaram no vermelho nesta quinta-feira, devido à incerteza em relação à votação. Após a notícia de que a votação foi adiada, as companhias aceleraram as perdas e fecharam em baixa. A Pfizer recuou 0,52% e a UnitedHealth teve baixa de 1,04%.
Já os papéis de bancos, que registraram forte queda nos últimos dias, voltaram a subir, recuperando parte das perdas. O Bank of America subiu 0,58%; o Goldman Sachs avançou 0,36%; o JPMorgan teve alta de 0,16%; o Citigroup ganhou 0,48%; e o Morgan Stanley teve valorização de 0,90%. 
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