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Porto Alegre, quinta-feira, 23 de março de 2017. Atualizado às 11h12.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

23/03/2017 - 11h17min. Alterada em 23/03 às 11h18min

Confiança do comércio sobe 6,4% em março e tem maior nível em 2 anos, diz CNC

Expectativa de alta nas vendas com o resgate de contas do FGTS pelos trabalhadores ajudou índice

Expectativa de alta nas vendas com o resgate de contas do FGTS pelos trabalhadores ajudou índice


JONATHAN HECKLER/JC
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) registrou 99,9 pontos em março, maior nível em dois anos, informou nesta quinta-feira (23), a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O indicador apresentou alta de 6,4% ante fevereiro e de 23,6% sobre março de 2016, a nona taxa positiva nessa base de comparação.
O arrefecimento da inflação e a expectativa de alta nas vendas com o resgate de contas inativas do FGTS pelos trabalhadores ajudou, segundo a CNC. "Ainda que os comerciantes não enxerguem retomada mais expressiva das vendas no curto prazo, a menor pressão sobre os preços do varejo assim como a taxa de juros em queda têm estimulado a confiança. A liberação das contas inativas do FGTS é outro aspecto positivo para aliviar", escreveu, em nota divulgada, a economista da CNC Izis Ferreira.
O subíndice do Icec que mede a percepção dos comerciantes sobre as condições correntes chegou a 68,2 pontos, aumento de 54,4% na comparação com março de 2016, a oitava variação positiva nesta base de comparação ao longo dos últimos 12 meses. Em relação a fevereiro, o aumento foi de 16,7%, com ajuste sazonal. A proporção de comerciantes que avaliam as condições econômicas atuais como "piores" recuou para 74% dos varejistas ante 79,4% registrados no mês passado.
Único item na zona positiva (acima dos 100 pontos do corte de indiferença, na metodologia da CNC), o subíndice que mede as expectativas do empresário do comércio alcançou 147,6 pontos, alta de 4% em relação a fevereiro, na série com ajuste sazonal, e avanço de 20,2% ante março de 2016. Na avaliação de 79,7% dos entrevistados, a economia vai melhorar nos próximos meses, porcentual acima dos 73,8% assinalados em fevereiro, porém abaixo dos 82,2% registrados em dezembro.
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