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Porto Alegre, terça-feira, 21 de março de 2017. Atualizado às 15h40.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 21/03 às 15h43min

Bolsas europeias recuam, pressionadas por Wall Street e setor de energia

As principais bolsas europeias chegaram a apresentar viés positivo mais cedo, porém perderam fôlego e fecharam quase todas em baixa nesta terça-feira, 21. A piora nos mercados acionários de Nova York pesou sobre os papéis, em um dia negativo também para o setor de energia em geral.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 0,53% (-2,01 pontos), em 375,67 pontos.
O dia começou com mais ânimo nos mercados da Europa, após a avaliação de que na noite de ontem o debate entre os candidatos à presidência foi vencido pelo centrista Emmanuel Macron e que a concorrente de extrema-direita, Marine Le Pen, não se saiu tão bem.
Na agenda de indicadores, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do Reino Unido atingiu o maior patamar em quase três anos e meio em fevereiro, beneficiado pela forte queda da libra após os britânicos votarem pela saída do país da União Europeia, o chamado Brexit, no plebiscito de junho passado. O CPI subiu 0,7% em fevereiro ante janeiro, acima da previsão de +0,5%, e no ano subiu 2,3%, acima da meta de 2% do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês). O dado pressionou a bolsa de Londres, que depois do dado passou ao território negativo.
A piora nas bolsas de Nova Iorque, com ruídos entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o Legislativo, o que poderia atrasar a aprovação de sua agenda econômica, influiu também na Europa e pressionou os mercados acionários.
Na bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em queda de 0,69%, em 7.378,34 pontos. Entre as mineradoras, Anglo American caiu 2,50% e Antofagasta teve baixa de 2,35%, em dia negativo para o cobre. A petroleira BP recuou 0,60%. Entre os bancos, Lloyds perdeu 0,81%.
Em Frankfurt, o índice DAX caiu 0,75%, para 11.962,13 pontos. No setor de energia, E.ON teve baixa de 0,63%. O papel da Lufthansa registrou queda de 2,99% e o da Thyssenkrupp caiu 2,49%. Já Deutsche Bank se destacou e subiu 4,29%, no primeiro dia do período de subscrições para as novas ações do banco.
O índice CAC-40, da bolsa de Paris, teve baixa de 0,19%, para 5.002,43 pontos. Orance caiu 0,58%, Solocal Group teve baixa de 2,21% e Vivendi cedeu 1,11%, mas BNP Paribas avançou 1,02%.
Na bolsa de Milão, o índice FTSE-MIB teve queda de 0,25%, para 19.918,84 pontos. O papel da Fiat caiu 3,79%, mas ENI avançou 0,47%. Entre os bancos, UniCredit recuou 0,83%, mas Intesa Sanpaolo teve alta de 0,89%.
Em Madri, o índice IBEX-35 fechou em queda de 0,02%, a 10.211,90 pontos. Santander subiu 0,37%, mas Banco Popular Español caiu 0,75% e Banco de Sabadell teve perda de 0,12%. Amper recuou 2,40%.
Na bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 destoou dos demais e subiu 0,10%, para 4.635,88 pontos, embora ainda perto da estabilidade. Banco Comercial Português se destacou e subiu 3,25%, enquanto Altri caiu 1,05% e Pharol teve baixa de 2,05%. 
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