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Porto Alegre, terça-feira, 21 de março de 2017. Atualizado às 09h31.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

21/03/2017 - 09h33min. Alterada em 21/03 às 09h33min

Cobre recua com possível fim de interrupções de oferta no Chile e Indonésia

Os futuros de cobre operam em baixa na manhã desta terça-feira (21), em meio a expectativas de que interrupções na oferta do metal no Chile e na Indonésia possam estar chegando ao fim.
Por volta das 8h40min (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,83%, a US$ 5.827,00 por tonelada, seu menor nível desde 13 de março.
Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova Iorque (Nymex), o cobre para entrega em maio tinha baixa de 1,22%, a US$ 2,6345 por libra-peso, às 9h10min (de Brasília).
Há expectativas de que a anglo-australiana BHP Billiton reinicie negociações com trabalhadores da mina chilena de Escondida para encerrar uma greve iniciada há várias semanas. Escondida, que fica no deserto do Atacama, é a maior mina de cobre do mundo, responsável por cerca de 5% da produção global no ano passado.
Surgiram relatos também de que a unidade da Freeport-McMoRan na Indonésia retomou a produção de concentrado de cobre na mina de Grasberg, que estava inativa há mais de um mês.
Entre outro metais na LME, porém, a tendência era majoritariamente positiva: o alumínio subia 0,89%, a US$ 1.934,50 por tonelada, enquanto o chumbo avançava 1,1%, a US$ 2.293,50 por tonelada, o zinco registrava alta de 0,61%, a US$ 2.881,00 por tonelada, e o estanho tinha valorização de 0,74%, a US$ 20.450,00 por tonelada. Já o níquel mostrava queda marginal de 0,05%, US$ 10.170,00 por tonelada.
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