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Porto Alegre, quinta-feira, 16 de março de 2017. Atualizado às 18h10.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

16/03/2017 - 18h12min. Alterada em 16/03 às 18h13min

Bolsas de Nova Iorque fecham sem direção única, puxadas por ações de energia e de saúde

As bolsas de Nova Iorque fecharam sem direção única nesta quinta-feira, 16, após terem operado em baixa durante boa parte da sessão, influenciadas por ações de companhias de energia e de saúde. O índice Dow Jones fechou em baixa de 0,07%, aos 20.934,55 pontos; o S&P 500 recuou 0,16%, para 2.381,38 pontos; e o Nasdaq teve alta de 0,01%, aos 5.900,76 pontos.
Alguns investidores disseram que não é uma surpresa ver uma pausa na alta dos mercados acionários, já que os índices renovaram recordes históricos por diversas vezes desde as eleições americanas. "Os mercados têm em mãos uma série de notícias boas, como o melhor crescimento econômico, um grande pacote fiscal, desregulamentação e impostos mais baixos", disse Michael Arone, estrategista-chefe de investimentos da State Street Global Advisors. "Minha intuição me diz que todas essas coisas não virão todos em linha com a expectativa do mercado e teremos alguma volatilidade."
As ações de energia acompanharam os preços do petróleo, que fecharam em baixa nesta quinta-feira, com dúvidas dos investidores quanto aos cortes na produção dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Nesta quinta, a Chevron recuou 0,97% e a ConocoPhillips baixou 0,02%.
Já as companhias do setor de saúde foram influenciadas pela proposta de orçamento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que propõe uma redução de gastos dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês) em US$ 5,8 bilhões. Além disso, o plano republicano da nova lei de saúde dos EUA passou em um importante teste no Congresso, ao ser aprovado na Comissão do Orçamento da Câmara com 19 votos a favor e 17 contra. A Pfizer recuou 0,58%; a Merck perdeu 0,80% e a Biogen teve baixa de 4,67%.
"Há uma quantidade razoável de incerteza sobre como o plano para substituir o Obamacare irá funcionar. E o mercado realmente odeia a incerteza", afirmou Timothy Anderson, diretor-gerente da corretora MND Partners.
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