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Porto Alegre, quinta-feira, 16 de março de 2017. Atualizado às 09h00.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

IPC-S fica em 0,35% na 2ª quadrissemana de março ante 0,34% na anterior, diz FGV

Principal contribuição de alta veio do item restaurantes

Principal contribuição de alta veio do item restaurantes


T/ABR/JC
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou levemente para 0,35% na segunda quadrissemana de março, de 0,34% na primeira medição do mês, informou nesta quinta-feira (16), a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Das oito classes de despesas analisadas, cinco apresentaram acréscimo em suas taxas de variação nesta apuração: Alimentação (0,11% para 0,25%), Habitação (0,61% para 0,72%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,50% para 0,56%), Vestuário (-0,05% para 0,25%) e Despesas Diversas (0,49% para 0,70%).

Em contrapartida, registraram decréscimo em suas taxas de variação na segunda quadrissemana de março os grupos Transportes (0,51% para 0,23%), Educação, Leitura e Recreação (0,04% para -0,12%) e Comunicação (0,03% para -0,51%).

O principal destaque da leve aceleração do IPC-S foi o grupo Alimentação, informou a FGV. A classe de despesa saiu da inflação de 0,11% e subiu para 0,25%, com a principal contribuição do item restaurantes, cuja taxa passou de 0,29% para 0,40%.

Dentre as outras classes de despesas que registraram acréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento dos itens tarifa de eletricidade residencial (1,51% para 2,91%), do grupo Habitação;, perfume (0,18% para 0,62%), em Saúde e Cuidados Pessoais; roupas (-0,18% para 0,08%), em Vestuários; e cigarros (0,50% para 0,94%), do grupo Despesas Diversas.

De forma isolada, os itens com as maiores influências de alta foram tarifa de eletricidade residencial (1,51% para 2,91%), plano e seguro de saúde (estável em 1,00%), refeições em bares e restaurantes (0,29% para 0,40%), condomínio residencial (0,84% para 0,94%) e laranja-pêra (apesar da desaceleração de 10,54% para 9,75%).

Já os cinco itens com as maiores influências de baixa foram passagem aérea (-12,39% para -16,86%), tarifa de telefone residencial (-0,26% para -2,05%), maçã (-4,76% para -7,29%), feijão-carioca (-13,18% para -10,97%) e feijão-preto (-8,81% para -9,31%).
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