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Porto Alegre, quarta-feira, 15 de março de 2017. Atualizado às 18h48.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 15/03 às 18h51min

Bolsas de Nova Iorque fecham em alta, após decisão do Fed de elevar juros dos EUA

As bolsas de Nova Iorque fecharam em alta nesta quarta-feira (15), influenciadas, principalmente, pelo setor de energia. Durante a tarde, os índices aceleraram os ganhos após a decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de elevar as taxas de juros dos Estados Unidos.
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,54%, aos 20.950,10 pontos; o S&P 500 subiu 0,84%, para 2.385,26 pontos; e o Nasdaq ganhou 0,74%, aos 5.900,05 pontos.
Na contramão da maioria dos setores das bolsas americanas, as ações de companhias ligadas ao setor financeiro reverteram os ganhos iniciais e passaram a cair após a decisão de juros do Fed A expectativa de que a autoridade monetária sinalizasse uma aceleração no ritmo de aperto monetário não se concretizou, sendo mantida a previsão de três elevações de juros neste ano, classificada pela presidente do BC, Janet Yellen, como "trajetória de aperto gradual".
Segundo Tony Bedikian, chefe de mercados globais do Citizens Bank, ao assinalar três altas neste ano, o Fed fez de seu anúncio "um pouco dovish" - algo que deve continuar a apoiar os principais índices acionários.
Nesta quarta-feira, o Goldman Sachs recuou 0,37%; o JPMorgan caiu 0,24%; o Citigroup baixou 0,98%; o Morgan Stanley perdeu 0,74%; e o Bank of America teve queda de 0,55%.
Já as ações de empresas ligadas ao setor de energia se recuperaram parcialmente das quedas recentes e fecharam em alta na sessão de hoje, acompanhando os preços do petróleo, que registraram ganhos. A Chevron avançou 1,42%; a ExxonMobil teve alta de 1,25%; e a ConocoPhillips subiu 2,00%.
O discurso do presidente dos EUA, Donald Trump, nesta quarta-feira, em Ypsilantim, também influenciou as bolsas, ao impulsionar os papéis de montadoras. O republicano confirmou que seu governo irá revogar o decreto assinado pelo ex-presidente Barack Obama, o qual estabelece metas mais altas para a eficiência de combustível dos veículos e caminhões vendidos no país. Com isso, a Ford subiu 0,80%; a Fiat Chrysler teve valorização de 2,35%; e a General Motors ganhou 0,35%.
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