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Porto Alegre, segunda-feira, 13 de março de 2017. Atualizado às 22h39.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 14/03/2017. Alterada em 13/03 às 22h36min

CDBs crescem como opção ao investidor

Os brasileiros viram as opções de investimento em renda fixa ficarem mais restritas no ano passado. Com a crise, as letras de crédito LCA e LCI (isentas de imposto de renda) praticamente sumiram de bancos e corretoras. Isso abriu espaço para os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) recuperarem terreno. Segundo a Cetip, depositária desses papéis, o volume de CDBs na carteira do investidor fechou 2016 em R$ 549,2 bilhões, salto de 13,5% (ou cerca de R$ 45 bilhões) em relação a 2015. "Como LCI e LCA dependem de lastro para emissão, isto é, crédito imobiliário e agrícola, o cenário de recessão e encolhimento do crédito fez com que esses títulos ficassem difíceis de serem encontrados", diz Carlos Albuquerque, gerente de produtos da Cetip.
Os CDBs são títulos emitidos por bancos que, em sua maioria, acompanham os juros do País. Eles oferecem algumas vantagens na comparação com fundos de renda fixa, como terem até R$ 250 mil protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e de não pagarem "come-cotas", desconto semestral de IR. Além disso, não cobra taxa de administração. E a maioria dos CDBs procurada oferece liquidez, isto é, permite o resgate antecipado, independentemente dos prazos.
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