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Porto Alegre, sexta-feira, 10 de março de 2017. Atualizado às 09h43.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Cobre sobe em meio a contínuos problemas de abastecimento na América do Sul

Os preços do cobre operam em alta nesta sexta-feira (10), após uma semana perdas, encontrando apoio em contínuos problemas de abastecimento na América do Sul.

Perto das 9h10min (de Brasília), o cobre para três meses operava em alta de 0,69%, a US$ 5.734,00 a tonelada na London Metal Exchange (LME). Na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato para maio subia 0,45%, a US$ 2,5915 a libra peso, às 9h26min.

O metal básico passou a semana pressionado por vendas, uma vez que na segunda-feira e na terça-feira, os armazéns da LME registraram os maiores ingressos da commodity em dois dias em 20 anos.

Esta sexta-feira, o dia tem sido de baixos volumes de negócios, com os investidores no aguardo pela divulgação do relatório de emprego dos EUA, de acordo com Liz Grant, do Sucden.

A continuação de uma greve na mina Escondida da BHP Billiton no Chile é um dos fatores que está impulsionando o cobre. Cerca de 85 mil toneladas de produção foram perdidas até agora como resultado da greve, estimou o Commerzbank.

A greve já dura mais de um mês e os trabalhadores de minas alertaram a BHP para não contratar trabalhadores temporários até reiniciar a mina, informou a ING em nota.

Esta nova declaração é um sinal de que "certamente não se parece que [a greve] vai ser resolvida rapidamente", disse a Investec.

Além disso, os trabalhadores da mina de Cerro Verde em Freeport - a maior do Peru - devem começar greves ainda hoje, segundo o Commerzbank.

Na Indonésia, no entanto, os problemas de produção na mina de Grasberg da Freeport-McMoRan pareceram estar próximos de uma resolução, com produção definida para retomar a 40% de capacidade. O governo indonésio está prestes a capturar uma participação na unidade da Freeport na Indonésia, a PT Freeport Indonésia, disse a Investec, embora a Freeport ainda não tivesse concordado com o desinvestimento.

Entre os metais básicos na LME, o alumínio subia 1,25%, a US$ 1.897,50 a tonelada métrica, o zinco ganhava 1,21%, a US$ 2.715,00 a tonelada métrica e o chumbo avançava 0,89%, a US$ 2.270,50 a tonelada métrica. O estanho, por sua vez, valorizava 1,12%, a US$ 19.440,00, enquanto níquel recuava 0,30%, a US$ 10.120,00 a tonelada métrica.
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