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Porto Alegre, sexta-feira, 10 de março de 2017. Atualizado às 08h43.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

Alterada em 10/03 às 08h45min

Intenção de investimentos da indústria sobe 6,9 pontos no 1º trimestre, diz FGV

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria subiu 6,9 pontos no primeiro trimestre de 2017 em relação ao trimestre anterior, informou na manhã desta sexta-feira (10), a Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador alcançou o patamar de 100,0 pontos, maior nível desde o primeiro trimestre de 2015, quando estava em 100,8 pontos.
Após quatro altas consecutivas, o índice alcança a zona de neutralidade entre pessimismo e otimismo. O Indicador de Intenção de Investimentos mede a disseminação do ímpeto de investimento entre as empresas industriais. O objetivo é antecipar tendências econômicas.
"A alta do indicador parece estar relacionada, entre outros fatores, à melhora de perspectivas para o crescimento da economia brasileira neste ano. A definição de uma tendência de redução do grau de incerteza em relação à execução destes investimentos é também uma notícia favorável. Apesar disso, ainda existem riscos no cenário de curto e médio prazo, principalmente originados no ambiente político, que podem provocar adiamento de investimentos", avaliou Aloisio Campelo Jr., superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV).
No primeiro trimestre de 2017, a proporção de empresas que preveem investir mais nos 12 meses seguintes foi a mesma das que projetam investir menos (19,9%). No trimestre anterior, esses porcentuais tinham sido de 17,8% para quem ia aumentar investimentos e de 24,7% para quem estimava reduzir.
Quanto ao grau de certeza em relação à execução do plano de investimentos, a proporção de empresas que se declaram certas sobre os investimentos para os próximos 12 meses foi de 29,2% ante um total de 22,7% de incertas.
"A incerteza em relação ao plano de investimento das firmas industriais tende a impactar negativamente a realização de investimentos. Em termos quantitativos, foi estimado que a probabilidade de uma empresa revisar para baixo o volume de investimentos é 19% maior em empresas que estão incertas em relação à execução do plano", ressaltou a nota da FGV.
A coleta de dados para a sondagem divulgada nesta sexta ocorreu entre os dias 4 de janeiro e 28 de fevereiro, com informações de 673 empresas.
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