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Porto Alegre, quarta-feira, 08 de março de 2017. Atualizado às 19h57.

Jornal do Comércio

Economia

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balanços

Alterada em 08/03 às 20h01min

Diretor da Petrobras diz que estão corretos todos os balanços divulgados

A Petrobras vai publicar o balanço de 2016 com as mesmas práticas contábeis de proteção cambial à exportação adotadas desde 2013, em discussão na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), segundo o diretor Financeiro da empresa, Ivan Monteiro. Em conferência com a imprensa nesta quarta-feira (8), o executivo disse que passou o dia já discutindo com a área jurídica da companhia o recurso que vai apresentar à autarquia e que vai apresentar argumento para cada um dos pontos questionados pela área técnica do órgão regulador do mercado financeiro.
Monteiro demonstrou convicção de que o recurso será acatado pelo colegiado da CVM porque estariam "corretos todos os balanços divulgados pela companhia", como repetiu em diversos momentos da teleconferência de pouco menos de uma hora. Ele destacou ainda que a PwC, auditoria independente dos balanços financeiros questionados - de 2013 a 2015 e dos relatórios trimestrais também de 2016 -, não trouxe ressalva sobre a contabilidade de proteção cambial adotada.
Segundo ele, "a companhia nunca foi questionada pelas suas práticas contábeis", inclusive pelo órgão regulador dos Estados Unidos, a SEC, que apenas teria pedido explicações da política de hedge quando foi implementada, em 2013.
A Petrobras aguardará a decisão final da CVM sobre o tema para, se for o caso, alterar demonstrações contábeis passadas, inclusive de 2016. Monteiro se negou a falar sobre o possível pagamento de dividendos como decorrência de uma revisão dos balanços. E disse que não está discutindo com a CVM a contabilidade da empresa, mas práticas contábeis. "Temos convicção de que a prática contábil é adequada", afirmou.
Em seguida, disse que não pensa nos efeitos que uma possível decisão negativa do colegiado da autarquia à empresa poderá causar. "A companhia não vai alterar nada. Não há por que falar em alternativa, porque não há decisão final", complementou.
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