Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 09 de março de 2017. Atualizado às 13h36.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Investigação

08/03/2017 - 12h25min. Alterada em 08/03 às 12h25min

Polícia Federal descobre compra do silêncio de testemunha em nova fase da Greenfied

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira (8), a 2ª fase da Operação Greenfield. Em nota, a Federal informou que 30 policiais federais cumprem sete medidas judiciais: cinco no Estado de São Paulo e mais duas no Mato Grosso do Sul. Todas ações, inclusive o cumprimento de um mandado de prisão temporária, acontecem por determinação do juiz Vallisney de Souza, titular da 10ª Vara da Justiça Federal no DF.
A primeira fase da Greenfield foi deflagrada em setembro de 2016. A investigação apura desvios de R$ 8 bilhões nos fundos de pensão Funcef, Petros, Previ e Postalis. A ação conjunta envolve a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar - Previc e a Comissão de Valores Mobiliários - CVM.
De acordo com a PF, os alvos desta nova fase da Greenfield são investigados "por fazerem parte de um esquema de cooptação de testemunhas que poderiam auxiliar as investigações, eventualmente ocultando provas úteis ao esclarecimento dos crimes apurados pela Operação Greenfield".
A suspeita é que um contrato de R$ 190 milhões entre os dois principais sócios de um dos maiores grupos empresariais investigados pela Greenfield tenha sido empregado para mascarar o suborno a um empresário concorrente para que não revelasse informações de interesse da investigação.
A suspeita, trazida por uma testemunha à investigação, é que o contrato de fornecimento de massa florestal de eucalipto para produção de celulose seja apenas uma forma de recompensar o silêncio de um ex-sócio que poderia auxiliar a investigação.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
OSVALDO PIMENTA LIMA 08/03/2017 19h35min
Diante de tantas acusações de corrupção e condenações dos últimos tempos, não seria de se estranhar que não houvesse nada nos fundos de pensão, objeto de muita cobiça por parte dos governantes e de dirigentes desonestos que de uma forma sorrateira, se infiltraram nas administrações desses fundos. Arre! Arre! Arre!