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Porto Alegre, terça-feira, 07 de março de 2017. Atualizado às 18h58.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

07/03/2017 - 18h58min. Alterada em 07/03 às 18h58min

Mercados mantêm cautela e Bovespa cai 0,90%, abaixo dos 66 mil pontos

A Bovespa mostrou fraqueza nesta terça-feira (7), ainda sob ânimos cautelosos dos investidores nacionais e internacionais. A ausência de um noticiário que justificasse a retomada das ordens de compra levou o Índice Bovespa a perder um importante suporte gráfico, acomodando-se abaixo dos 66 mil pontos. A bolsa chegou a alternar altas e baixas pela manhã, mas consolidou a tendência de queda à tarde, quando registrou as mínimas do dia.
O Ibovespa terminou o dia aos 65.742,32 pontos, em baixa de 0,90%. O volume de negócios somou R$ 7,29 bilhões. O noticiário econômico doméstico teve entre os destaques a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre de 2016, reabertura da emissão de bônus soberanos e comentários do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Apesar da relevância da agenda doméstica, a influência externa ainda foi determinante para os negócios por aqui.
Nas bolsas da Europa e Estados Unidos, predominou a cautela com questões locais, como a reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), na quinta-feira, e a divulgação do relatório de criação de empregos nos Estados Unidos (payroll), na sexta. Além disso, a controversa gestão de Donald Trump continuou a sugerir posicionamentos defensivos, o que gerou alguma aversão ao risco representado por mercados e países emergentes.
"Não houve uma única notícia que determinasse o desempenho negativo do mercado, mas um conjunto de fatores, que incluem preocupações com questões políticas e econômicas, além do compasso de espera por definições dos próximos dias", disse Luiz Roberto Monteiro, operador da mesa institucional da Renascença Corretora. Com isso, diz ele, o Ibovespa furou o suporte gráfico dos 66.200 pontos, o que favoreceu a queda do indicador para abaixo dos 66 mil pontos.
Na análise por ações, os principais destaques de queda foram as do setor financeiro. De acordo com operadores, a queda ainda foi atribuída a uma realização de lucros, dado o cenário mais cauteloso. Itaú Unibanco teve queda de 1,67%, enquanto Banco do Brasil ON recuou 1,22%. Já os papéis da Petrobras estiveram em alta na maior parte do dia - mesmo depois que o petróleo passou a registrar baixas - e amenizaram essa pressão de baixa. Ao final do dia, Petrobras ON ficou estável e Petrobras PN avançou 0,53%. Ainda no segmento de commodities, Vale ON recuou 0,58% e Vale PNA avançou 0,20%, refletindo um comportamento instável ao longo de toda a sessão.
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