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Porto Alegre, terça-feira, 07 de março de 2017. Atualizado às 12h15.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

07/03/2017 - 12h15min. Alterada em 07/03 às 12h16min

Faturamento real da indústria cai 6,9% em janeiro ante janeiro de 2016, diz CNI

Horas trabalhadas tiveram recuo de 2,1% na comparação de janeiro deste ano com igual período do ano passado

Horas trabalhadas tiveram recuo de 2,1% na comparação de janeiro deste ano com igual período do ano passado


CLAITON DORNELLES/JC
A indústria ainda não dá sinais claros de recuperação e o início de 2017 foi marcado pela manutenção das dificuldades observadas no ano passado. Essa é a avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com base nos dados da pesquisa Indicadores Industriais do mês de janeiro, divulgada nesta terça-feira (7), pela entidade. De acordo com o levantamento, o faturamento real da indústria cresceu 0,7% em janeiro, na comparação com dezembro de 2016 (dados dessazonalizados) e apresentou um recuo de 6,9% na comparação com janeiro do ano passado.
Todos os indicadores levantados pela CNI na pesquisa apresentaram queda na comparação entre os meses de janeiro de 2017 e de 2016. As horas trabalhadas na produção tiveram um recuo de 2,1% na comparação de janeiro deste ano com igual período do ano passado. Em relação a dezembro de 2016, a queda das horas trabalhadas em janeiro deste ano foi de 0,9%.
O emprego também apresentou recuo de 0,5% em relação a dezembro de 2016 (dado dessazonalizado) e de 4,7% na comparação com janeiro de 2016. A massa salarial real registrou queda pelo quarto mês consecutivo em janeiro, de 1,5%, na comparação com dezembro do ano passado, e de 5,4% na comparação com janeiro de 2016. O rendimento médio real teve alta de 0,6% em janeiro na comparação com dezembro e queda de 0,6% relação a janeiro de 2016.
A utilização da capacidade instalada apresentou uma ligeira melhora, ficando em 77,2% (dado dessazonalizado) ante 76,7% de dezembro de 2016. Na comparação com janeiro de 2016, quando o nível de utilização da capacidade instalada ficou em 77,4%, no entanto, o indicador sofreu ligeira queda de 0,2 ponto porcentual. Na avaliação da CNI, o indicador ainda se encontra em um patamar muito baixo.
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