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Porto Alegre, quarta-feira, 29 de março de 2017. Atualizado às 10h10.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 29/03/2017. Alterada em 29/03 às 01h20min

Suinocultores no Parlamento

Marcelo Lopes, presidente da Associação Brasileira de Suinocultores

Marcelo Lopes, presidente da Associação Brasileira de Suinocultores


EDGAR LISBOA/DIVULGAÇÃO/JC
O impacto da Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, foi tanto que os produtores de carne falam agora em primeiro reconstruir o mercado. "Apesar de estarmos revertendo a situação, ficamos preocupados com esse movimento contrário, depois de passar um ano extremamente difícil, um movimento errado, com problemas pontuais, que atingiram uma cadeia de excelência", disse o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes (foto). Ele, que está em Brasília para o lançamento da Agenda da Suinocultura no Brasil, promovida pela Frente Parlamentar da Agropecuária, viu o crescimento do mercado do suíno brasileiro parar abruptamente. "Quando você tem um soco de estômago nessa natureza, como disse o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), é pego desprevenido. Mas vimos uma força-tarefa do governo bastante interessante que está conseguindo reverter nossa expectativa de que esses preços reduzidos na ultima semana voltem aos seus patamares normais e que a gente tenha sua normalidade a partir do próximo mês", afirmou. Lopes explica que, apesar de o rebanho não ter crescido, o setor vem experimentando um crescimento de 3% a 4% ao ano em produtividade, com investimento em tecnologia. "Esperamos crescer dentro do Brasil em função dos altos preços do boi e dos limites de consumo do frango", disse. A carne suína é a mais consumida no mundo, com uma média de 13,4 kg por pessoa.
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Comentários
Francisco Berta Canibal 29/03/2017 06h50min
Todo o alarde é necessario pois se depender de governo federal, se extingue a atividade, no Rio Grande está assim, com a lavoura de arroz em crise, já houve a crise ee xtinção da ovinocultura, e já temos sinais do extermínio da bovinocultura, o que houve no ano passado com a exportação de milho, que dixou os suinos e aves sem alimentação é um alerta aos despresos do governo fedral para as atividades promárias, que esta da carne fraca seja o sinal definitivo para que as classes prod