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Porto Alegre, quinta-feira, 02 de março de 2017. Atualizado às 23h48.

Jornal do Comércio

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Affonso Ritter

Observador

Notícia da edição impressa de 03/03/2017. Alterada em 02/03 às 23h36min

Imposto sobre herança e doações

Luiz Guimarães, interino
Diante da retração econômica, os governos estaduais buscam formas para aumentar suas receitas. Treze dos 27 estados promoveram reajustes no imposto sobre heranças e doações, o ITCMD, recentemente, de acordo com a Ernst & Young. O Rio Grande do Sul, claro, está entre eles. As novas alíquotas vigoram desde janeiro de 2016 com índices progressivos de até 6% sobre a transmissão de bens por herança (móveis, título, créditos, ações e quotas de empresas). Para doações, são duas faixas, de 3% e 4%. Pernambuco foi o recordista, elevou os dois casos para 8%, o máximo que a lei permite. Ou seja, Sartori não foi tão cruel assim. Mas ficou com margem para o futuro.
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