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Gastronomia

- Publicada em 02 de Março de 2017 às 23:56

Espumantes não têm safra?


GILMAR GOMES/DIVULGAÇÃO/JC
Por que, diferentemente de vinhos tranquilos, os espumantes não ostentam a safra em seus rótulos? Bem, como eles são elaborados com uvas de duas, três, ou tantas safras quantas forem necessárias para atingir os objetivos dos enólogos, as garrafas teriam de conter até mesmo uma dezena de informações sobre o ano de colheita de cada vinífera utilizada.
Por que, diferentemente de vinhos tranquilos, os espumantes não ostentam a safra em seus rótulos? Bem, como eles são elaborados com uvas de duas, três, ou tantas safras quantas forem necessárias para atingir os objetivos dos enólogos, as garrafas teriam de conter até mesmo uma dezena de informações sobre o ano de colheita de cada vinífera utilizada.
Os milesimados são exceções, até pela valorização representada por safras memoráveis que acumulam em suas composições - divulgá-las constitui um bom argumento de vendas.
Tudo certo? Não. Provavelmente receberei uma bateria de ataques e razões para que espumantes não revelem safras. Ok, mas por que não afixar nos rótulos o ano de engarrafamento? Nem todo mundo possui uma adega organizada, sempre se acha alguma garrafa adquirida ou presenteada em data desconhecida.
Nesse tempo de férias tentei, em algumas ocasiões, revisar cada garrafa entre as quase três centenas que modestamente ocupavam o desvão da escada do apartamento. Não deu: há pelo menos 25 espumantes, cavas e afins que não cataloguei na época e que hoje nada informam sobre si. Ao abrir, estarei sujeito a desagradáveis surpresas, como encontrar zero de perlage, quem sabe na presença de convidados.
Não precisava, bastaria uma data impressa no contrarrótulo. Mas aí, talvez as garrafas fossem encalhar em alguma loja pouco criteriosa, ou simplesmente ser rejeitadas pelo consumidor, adepto de beber espumantes jovens, exatamente para não correr riscos.
Explicações serão bem-vindas, se enviadas ao e-mail do colunista.

doses


BUENO WINES/DIVULGAÇÃO/JC
  • O winemaker Roberto Cipresso, enólogo chefe da Bueno Wines (na foto com o proprietário, Galvão Bueno), festeja a vindima de 2017, que considerou "excelente" para todas as castas produzidas na Bellavista Estate, na Campanha Gaúcha. A conclusão da colheita será em torno do dia 15, com a Cabernet Sauvignon.
  • Chalet du Clermont Cabernet Sauvignon, da safra 2014, é o novo rótulo apresentado pela Garibaldi, em parceria com outra cooperativa, a Cava (de Canelones, Uruguai). Para o próximo semestre, a Garibaldi promete duas novas linhas de espumantes.

Homem na cozinha: Tartar de salmão


BISTRÔ 588/DIVULGAÇÃO/JC
ingredientes (porção individual)
  • 150g de filé de salmão sem pele
  • 1/2 cebola roxa
  • 1 limão (somente o suco)
  • 1 colher (sopa) de mostarda Dijon
  • 1 colher (sopa) de alcaparras picadas
  • 1 colher (sopa) de maionese
  • sal e pimenta do reino
  • folhas de coentro
  • 1 minibaguete de pão australiano
modo de preparo
  1. Aquecer o forno a 180°C (temperatura média), cortar baguete em fatias finas, na diagonal, e transferir a uma assadeira. Assar por cerca de 10 minutos, ou até ficarem crocantes.
  2. Picar cebola bem fininha, cortar filé de salmão em tiras, depois em cubos e picar novamente bem miudinho.
  3. Em uma tigela, misturar salmão, cebola, alcaparras, coentro, mostarda, suco de limão e maionese.
  4. Temperar com sal e pimenta, colocar em um aro para dar o formato redondo. Salpicar com folhinhas de coentro e servir com torradas de pão australiano.

Restaurantes secretos


SAN MIGUEL/DIVULGAÇÃO/JC
Comecei a receber informações há dois meses, e já deu para perceber que a ideia está agradando em São Paulo. Tanto que, dias 10 e 11 de março, ela será repetida, agora com um jantar de culinária vietnamita. Trata-se do seguinte, conforme o material de divulgação: pequenos grupos fazem contato, conhecem o menu e reservam lugares ([email protected]) e somente então ficam sabendo a localização exata do "charmoso apartamento, em prédio histórico do Centro de São Paulo", em que se realizam os eventos, com o mesmo horário para todos os comensais.
Em Porto Alegre temos algo parecido. Desde 2015 o Mesa de San Miguel promove jantares nos ambientes (abaixo) de uma residência da zona Sul, revezando temas e culinárias. As reservas exigem pagamento antecipado, é franqueada a degustação de vinhos trazidos pelos participantes, garante-se "estacionamento seguro" e não há qualquer cobrança além do preço fixo. Neste sábado, R$ 260,00 por pessoa, que incluem espumante e cachaça de frutas na recepção, coquetel de camarões, pappardelle com salmão, coquille de bacalhau e sobremesas, sempre às 20h30min.
A programação no Mesa prossegue dia 18, com jantar franco-russo (R$ 240,00). Reservas: [email protected]
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