Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 16 de março de 2017. Atualizado às 12h04.

Jornal do Comércio

Colunas

COMENTAR | CORRIGIR

Frases e Personagens

Notícia da edição impressa de 16/03/2017. Alterada em 16/03 às 12h05min

Frases e personagens

ANTONIO PAZ/JC
"Não há demanda que justifique mais orçamento no programa Bolsa Família, que classifico como uma causa importante, se não é a maior, da informalidade do mercado de trabalho. As pessoas morrem de medo de perder o Bolsa Família se arrumarem um emprego." Osmar Terra (PMDB), ministro do Desenvolvimento Social e Agrário.
"O Bolsa Família é para manter as pessoas no momento em que mais precisam, sem emprego. Se a pessoa consegue um trabalho remunerado e formal tem que ser incentivada, não pode ser punida com a perda do Bolsa Família. Tem que ter pelo menos mais um ou dois anos do Bolsa Família, até ter estrutura mais estável de emprego. Se ela perder esse emprego, tem que ter de volta o benefício." Também Osmar Terra.
"O corte no Orçamento, que deverá ser anunciado no dia 22, poderá ser reduzido ao longo do ano com o aumento de impostos. Anunciaremos também se haverá ou não a necessidade de aumento de impostos." Henrique Meirelles, ministro da Fazenda.
"Os pedidos de abertura de inquérito contra vários políticos, entre eles ministros do atual governo, não devem atrapalhar o andamento de reformas. Não temos visto sinal de interrupções do trabalho legislativo com o avanço das investigações." Também Henrique Meirelles."
"Não podemos fazer uma reforma da Previdência modestíssima, ou, em poucos, anos, haverá graves problemas, como na Grécia, Portugal e Espanha, que diminuíram as aposentadorias e pensões que vinham pagando." Michel Temer (PMDB), presidente da República.
"O Brasil vai cair na armadilha do crescimento baixo caso a proposta de reforma da Previdência não seja aprovada nos pontos centrais propostos pelo governo. O Produto Interno Bruto (PIB) seria negativo no segundo semestre, um pouquinho positivo no primeiro, fechando 2017 em torno de zero, e no ano que vem ficaria em torno de zero também." Paulo Tafner, consultor do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia