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Porto Alegre, sexta-feira, 24 de março de 2017. Atualizado às 13h10.

Jornal do Comércio

Colunas

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Fernando Albrecht

Começo de Conversa

Notícia da edição impressa de 24/03/2017. Alterada em 23/03 às 21h31min

A Renner de Galló

MARCELO G. RIBEIRO/JC
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É em épocas de crise que a Renner cresce. A frase, dita numa entrevista em 2005 pelo presidente da Lojas Renner, José Galló, nunca saiu da cabeça do governador José Ivo Sartori (PMDB), que a evocou no discurso que fez na inauguração do novo centro administrativo da empresa (matéria nesta edição). Além de Sartori, o prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB) também esteve lá. A frase da pedra fundamental explica como ela chegou lá pelas mãos de Galló.

Tudo ou nada

A Lei da Terceirização está levando pau de tudo quanto é jeito. Querem emprego formal pleno. Com essa crise, é como dizer que preferem emprego nenhum a terceirizá-lo. Só a ampliação do trabalho temporário para seis meses prorrogáveis por mais três deve reduzir muito o estoque de desempregados.

A volta do baby beef

Os governos do casal Kirchner liquidaram com a exportação da carne argentina, que tinha uma história de mais de 100 anos, que incluía a conquista de mercados europeus e ser sinônimo de qualidade ímpar. Este lugar foi ocupado pelo Uruguai. Com o presidente Mauricio Macri, a Argentina volta a ser player de respeito no mercado internacional. E tem brecha na vaga brasileira.

Prestígio internacional

O Hospital São Lucas da Pucrs recebe, dia 27, às 9h45min, a visita de Robert Alter, especialista em tumores do trato urogenital e de cabeça e pescoço do John Theurer Center, em New Jersey, Estados Unidos. Alter participará de uma ampla discussão sobre a imunoterapia. Aberto para a comunidade médica.

Presente Itaú

Presente do Itaú para a população no aniversário de Porto Alegre, domingo. Todas as viagens de até 60 minutos realizadas com as bicicletas do projeto Bike PoA não serão tarifadas desde que entre uma viagem e outra tenha um intervalo de pelo menos 15 minutos. Além disso, as bikes também vão amanhecer com buquês de flores em suas cestas, informa Luciana Nicola, superintendente de Relações Institucionais e Governamentais do Itaú Unibanco.

A transformação I

Para entender a origem da invasão de camelôs e ambulantes que não ambulam no Centro Histórico de Porto Alegre, é preciso voltar ao início dos anos 2000, quando começou a expulsão da classe média e o definhamento das lojas de grife. O comércio informal só podia atuar na Rua da Praia depois das 19h, e mais na parte da esquina com a rua General Câmara/Praça da Alfândega.

A transformação II

Além das exceções, Páscoa, Natal etc., nova antecipação veio em seguida, para as 18h, depois 17h, e depois o dia inteiro, com evidentes prejuízos para o comércio formal. Exceções, no Brasil, sempre viram regra. Aí tudo fugiu ao controle, até que o prefeito José Fogaça (PMDB) os transferiu para o Camelódromo, ainda na década passada. Mas na gestão José Fortunati (PDT), tudo voltou a ser como antes.

Os meus verdes anos

Neste domingo completo 245 anos. Quando eu era mais jovem, em 1970, a frota de automóveis não passava de 40 mil. Dava para ir do Centro a Ipanema em 10 minutos, porque só havia duas sinaleiras no caminho. Até então, as famílias tinham casa de veraneio em Ipanema, Vila Assunção e adjacências, e as usavam nos meses quentes. A Nilo Peçanha não existia, era estrada de chão batido. Era mato. O orgulhoso Quarto Distrito tinha vida própria, Carnaval, Natal e até um vereador cativo, Aloísio Filho. Os bar-chopes nos bairros fervilhavam de gente, depois mortos por falta de estacionamento. A Rua da Praia tinha tanto movimento que o Café Rihan, hoje Panvel do Calçadão, vendia 5 mil cafezinhos por dia. Ainda sou bonita, me dizem, mas perdi minha juventude entre o final dos anos 1960 e início dos 1970. Aí todo mudou. Foi então que perdi minha inocência. Como era verde meu vale.

Miúdas

POLÍTICA do coitadismo é a maior praga das administrações públicas. Contempla uma minoria e rebenta a maioria.
SINDILOJAS Porto Alegre realiza o Café com Lojistas dia 29/8h30min na Fundação Iberê Camargo.
URBANISTAS diziam que uma cidade só era administrável até 700 mil habitantes. Depois, não.
QUANDO lembramos que somos todos loucos, o mistério desaparece, e a vida fica explicada (Mark Twain).
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Comentários
Fernando Lindner 24/03/2017 08h49min
A frase reproduzida na tua coluna do Jornal do Comércio é de importante reflexão. "...uma cidade só era administrável até 700 mil habitantes. Depois, não." Porto Alegre e Região Metropolitana são a prova da administração do caos no planejamento urbano e na mobilidade.