Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 26 de fevereiro de 2017. Atualizado às 22h11.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Operação Lava Jato

Notícia da edição impressa de 27/02/2017. Alterada em 26/02 às 22h05min

Para José Yunes, Padilha 'tem que ser ouvido'

O advogado José Yunes, ex-assessor especial da presidência da República, afirmou que o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), tem de prestar depoimento aos investigadores da Operação Lava Jato. Ele se colocou à disposição para uma eventual acareação com os envolvidos no episódio em que afirmou ter atuado como "mula involuntária" de Padilha.
Yunes procurou espontaneamente a Procuradoria-Geral da República (PGR) para apresentar sua versão sobre as afirmações do ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho que, em delação premiada, afirmou que Yunes recebeu R$ 1 milhão em espécie em seu escritório de advocacia em São Paulo - valor que, segundo Melo Filho, era parte da propina de R$ 10 milhões a ser repassada, a mando de Padilha, para o PMDB na campanha de 2014. Os recursos teriam saído do caixa-2 da empreiteira.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia