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Porto Alegre, quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017. Atualizado às 23h46.

Jornal do Comércio

Política

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Partidos

Notícia da edição impressa de 24/02/2017. Alterada em 23/02 às 21h22min

Vinicius Ribeiro defende que PDT fique no governo

Marcus Meneghetti
Depois da reunião das lideranças do PDT nesta quarta-feira - que convocou uma reunião do diretório estadual em 11 de abril para decidir se o partido permanece ou sai do governo José Ivo Sartori (PMDB) -, o deputado estadual Vinicius Ribeiro (PDT) divulgou uma nota, na quinta-feira, defendendo a permanência na base aliada de Sartori.
"Sou contra a saída do PDT do governo Sartori. Reconheço a importante colaboração dos nossos companheiros pedetistas junto às secretarias estaduais de Educação e a de Obras, além dos demais órgãos. Acredito que o PDT pode e deve continuar ajudando na reconstrução de um Rio Grande do Sul mais eficiente e menos burocrático", mencionou Ribeiro.
O parlamentar também criticou os argumentos de que a saída seria necessária para lançar um candidato a governador em 2018. Aliás, no mesmo encontro em que decidem sobre a permanência ou não na base aliada, os pedetistas também vão começar a discutir a construção da candidatura ao Palácio Piratini, podendo inclusive lançar pré-candidaturas na ocasião. 
"É preciso romper com essa sistemática pedetista de fazer parte de todos os governos, para em momentos eleitorais abandoná-los. Além do que, existe uma tendência clara de conduzir uma coligação com o PT, em nível nacional e estadual, o que a mim constrange muito. Sei que grande parte do PDT não vê com bons olhos essa aproximação, por motivos óbvios", criticou. 
Hoje, o nome mais cotado dentro do partido é o do ex-prefeito de Canoas Jairo Jorge, que deixou o PT no final do ano passado para se filiar ao PDT. Jairo Jorge defende uma ampla "coligação com partidos de centro-esquerda". No âmbito nacional, o presidente do PDT, Carlos Lupi, tem defendido a pré-candidatura de Ciro Gomes à presidência da República.
O deputado Eduardo Loureiro (PDT) se manteve prudente quanto à saída do governo, ao contrário da maioria das lideranças do partido, que tem sustentado a debandada da base. "A minha posição está vinculada ao direcionamento que o Sartori vai dar ao seu governo. Se continuar defendendo privatizações e outras medidas que prejudicam os servidores públicos, acho que vai entrar em conflito com as bandeiras do PDT", ponderou. 
Entretanto, quanto à candidatura ao governo do Estado, foi taxativo. "Sou a favor. Mas não acho que, para isso, o partido tenha que sair do governo. Pelo menos, não agora", avaliou Loureiro.
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