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Porto Alegre, quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017. Atualizado às 23h09.

Jornal do Comércio

Política

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Notícia da edição impressa de 16/02/2017. Alterada em 15/02 às 23h09min

Maioria do STF mantém prisão de Eduardo Cunha

Ministro relator, Edson Fachin votou contra recurso do peemedebista

Ministro relator, Edson Fachin votou contra recurso do peemedebista


ROSINEI COUTINHO/SCO STF/DIVULGAÇÃO/JC
Por oito votos a um, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na tarde desta quarta-feira, manter a prisão do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), responsável por aceitar o processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff (PT). O peemedebista está preso por ordem do juiz Sérgio Moro desde 19 de outubro de 2016, e atualmente responde a três ações penais decorrentes da Operação Lava Jato.
Votaram contra o pedido de liberdade de Cunha os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Celso de Mello. O ministro Ricardo Lewandowski não estava presente na sessão desta tarde. O ministro Marco Aurélio Mello também foi contra o recurso, mas, de ofício - ou seja, sem ser provocado pela defesa -, votou pela liberdade de Cunha.
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