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Porto Alegre, terça-feira, 14 de fevereiro de 2017. Atualizado às 16h39.

Jornal do Comércio

Política

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Reestruturação do Estado

14/02/2017 - 17h36min. Alterada em 14/02 às 17h43min

Ação tenta impedir demissões e transferência de patrimônio de estruturas da FZB

Grupos contrários à extinção da FZB se mobilizaram em atos no Jardim Botânico

Grupos contrários à extinção da FZB se mobilizaram em atos no Jardim Botânico


JONATHAN HECKLER/JC
O Ministério Público Estadual (MPE) ingressou com uma ação civil pública na Justiça estadual para suspender medidas previstas na lei que extinguiu a Fundação Zoobotânica (FZB), uma das fundações que entrou no pacote de corte de gastos do Estado. Os promotores Alexandre Saltz, Josiane Camejo, Annelise Steigleder e Ana Marchesana, da Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente em Porto Alegre, tomaram a medida que atinge o quadro que atua no Jardim Botânico e no Museu de Ciências Naturais, que ficam na Capital.
Segundo a assessoria do MPE, a ação busca suspender a demissão dos funcionários do quadro técnico-científico, a transferência de bens do patrimônio e rescisão de qualquer acordo ou contrato que implique serviço ou atividade de educação ambiental. Além disso, a medida busca preservar acervos ou pesquisa científica e impedir o desmembramento da matrícula da área do Jardim Botânico.
Os promotores pedem que o Estado conserte em 90 dias o muro entre o parque e a vila Juliano Moreira. Outra exigência do MP é que o Estado apresente "um plano para extinção da fundação que garanta a plena continuidade e mesma qualificação de serviços e atividades". 
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