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Porto Alegre, terça-feira, 07 de fevereiro de 2017. Atualizado às 21h43.

Jornal do Comércio

Política

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Reestruturação do Estado

Notícia da edição impressa de 08/02/2017. Alterada em 07/02 às 22h11min

Votação do pacote de Sartori fica para março

Reunião de líderes decidiu adiar votação do pacote

Reunião de líderes decidiu adiar votação do pacote


ALRS/JC
Bruna Suptitz
A primeira sessão deliberativa deste ano na Assembleia Legislativa, que deveria ter acontecido ontem, ficará para março. Em reunião de lideranças no fim da manhã, os deputados acolheram o acordo proposto pelo líder do governo, deputado Gabriel Souza (PMDB), de aguardar o encaminhamento das negociações do Rio Grande do Sul ao Plano de Recuperação Fiscal proposto pelo governo federal.
Técnicos do Ministério da Fazenda vêm ao Estado ainda esta semana para realizar auditoria das contas públicas, ação que faz parte do acordo de renegociação da dívida do Estado com a União. Souza considera a medida necessária para a recuperação fiscal do Estado. Além disso, acredita que esse tempo servirá para que a sociedade entenda a importância das medidas apresentadas pelo Palácio Piratini no fim do ano, o que ele classifica como "plano da salvação".
Dependendo de qual seja o encaminhamento das negociações em curso neste mês, Souza não descarta a chance de o governo enviar novos projetos para a Assembleia, mas não adiantou sobre o que tratariam.
Contudo, para a oposição, o motivo para adiar a retomada das votações não é este. "Não colocaram em votação hoje (ontem) porque não têm voto para aprovar, estão com a base rachada", afirma o deputado Pedro Ruas (PSOL). Souza contesta ao lembrar que o governo cogitava convocar sessão extraordinária em janeiro para apreciar os projetos. "Governo não está fazendo isso por (falta de) voto", rebate.
Mesmo sabendo que não haveria votação, pessoas ligadas a grupos que poderão ser atingidos pelas medidas pendentes do pacote, como servidores da Susepe e CEEE, aproveitaram o dia para circular na Assembleia e dialogar com os parlamentares. Alguns ocuparam as galerias do plenário no período de comunicação dos deputados e manifestaram contrariedade aos projetos do governo.
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