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Porto Alegre, domingo, 26 de fevereiro de 2017. Atualizado às 22h05.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 27/02/2017. Alterada em 26/02 às 18h37min

Hospital humanizado faz bem à saúde

Márcia Fernanda Sampaio
A tradicional rigidez dos ambientes hospitalares pode - e deve - dar lugar a espaços mais humanizados. Por que não fazer do hospital um lugar menos impessoal, menos arbitrário, menos rígido nas relações? Que tal o paciente ter a liberdade de escolher o que deseja comer, caso não tenha restrição alimentar? Ou então receber a visita de amigos e familiares em qualquer horário? Já pensou poder comemorar o aniversário ou realizar um casamento mesmo estando internado?
Os hospitais devem se desdobrar para atender às necessidades dos pacientes não só enquanto pacientes em si, mas como seres humanos, que têm suas carências, particularidades e preferências. São eles o centro do cuidado. A razão de existir das instituições. Nessa nova tendência, alguns hospitais do setor estão despontando por outros parâmetros além da tecnologia, conhecimento e habilidades técnicas. Trata-se de algo que evolui para um cenário em que a percepção de valor da instituição também é construída através da forma como ela se relaciona com as pessoas, sejam elas pacientes, familiares ou funcionários, gerando resultados positivos para todos os envolvidos.
Para tanto, é preciso quebrar paradigmas e se colocar no lugar do outro, promover uma ambiência favorável e entender o que realmente importa para que todas essas pessoas se sintam bem dentro do hospital. Vale para quem é cuidado e para quem cuida.
Tais mudanças exigem um grande envolvimento de todos. Necessitam, também, de comprometimento e metodologia para o desenvolvimento de ambientes saudáveis, verdadeiramente acolhedores. As organizações que trilham esse caminho aumentam significativamente a fidelização e estreitam o vínculo com as pessoas que as frequentam.
Diretora de Marketing e de Relacionamento com Clientes do Hospital Mãe de Deus
 
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