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Porto Alegre, quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017. Atualizado às 23h09.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 16/02/2017. Alterada em 16/02 às 00h12min

Juros, financiamento e crescimento

Reomar Slaviero
O Brasil possui uma das mais altas taxas de juros do mundo. Nos Estados Unidos e na Europa, os juros estão muito próximos de zero. Por que, mesmo com uma recessão violenta que já vai para o terceiro ano, PIB negativo, empresas quebrando e desemprego ultrapassando os 12%, nossos juros seguem tão altos? O argumento do governo é conhecido: juros maiores desestimulam a demanda, e seguram a inflação. Embora exista controvérsia por parte dos economistas a respeito desse raciocínio macroeconômico, o fato é que a taxa de juros, no Brasil, tem sido utilizada como mecanismo de controle inflacionário desde o advento do Plano Real. O que tem se esquecido, no entanto, é que não bastam os altos juros para conter a inflação: é necessário que o governo faça a sua parte, promovendo o ajuste fiscal e o equilíbrio de longo prazo das contas públicas.
Não se pode, portanto, atribuir apenas aos juros a tarefa de puxar a inflação para o centro da meta. A política fiscal do País tem um papel preponderante nisso. As reformas, que, ao que tudo indica, serão aprovadas, são basilares para essa conquista. O custo dos empréstimos no Brasil é elevadíssimo. O mesmo se pode dizer do chamado spread bancário. As dificuldades de captação por parte das empresas junto ao Bndes têm se agravado e são consequência desse cenário de juros nas nuvens.
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