Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 09 de fevereiro de 2017. Atualizado às 21h48.

Jornal do Comércio

Opinião

COMENTAR | CORRIGIR

artigo

Notícia da edição impressa de 10/02/2017. Alterada em 09/02 às 22h48min

Porto Alegre e sua lição de casa

Felipe Camozzato
O atual prefeito, Nelson Marchezan Júnior (PSDB) diz que a prefeitura tem hoje um montante de R$ 1,3 bilhão em pendências. Desse total, R$ 507 milhões em dívidas não pagas. Porém, o ex-prefeito, José Fortunati (PDT) discorda. Para ele, esse número seria de R$ 185 milhões. Qual deles está certo? Na verdade, o que interessa mesmo, é se aprendemos com os erros do passado. Afinal, não adianta culpar a crise ou outras gestões se a lição de casa não for cumprida. Espero que tenhamos aprendido, por exemplo, que governar envolvendo uma grande coalizão de partidos, dividindo a prefeitura entre eles, não é saudável. Basta recordarmos da estrutura anterior de 37 secretarias, autarquias, empresas públicas, mais de mil cargos em comissão e apadrinhados. Isso lhe parece uma administração que tem prioridades? Lembremos que, quando tudo é prioritário, nada é.
Porém, o que fazer a partir de agora? Primeiramente, cortando na carne e gerindo o dinheiro do pagador de impostos com o mesmo cuidado que um dono ou dona de casa tem para que ele não falte para a educação e alimentação dos seus filhos. Isso, sim, é ter senso de responsabilidade.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia